sábado, 7 de março de 2009

“Acordar o seu Poder Adormecido (2)”


Qual é a diferença entre aqueles que fracassam e aqueles que conquistam o sucesso e uma extraordinária qualidade de vida?

Quantas pessoas conhecemos que possuem recursos extraordinários, habilidades e capacidades superiores, talentos diferenciados, educação privilegiada e não produzem os resultados que desejam?
E por outro lado, quantas pessoas conhecemos que possuem muito mais desvantagens do que vantagens e são capazes de produzir resultados fabulosos?

Prestemos atenção numa coisa: o que as pessoas podem fazer é drasticamente diferente daquilo que efectivamente fazem. O que elas podem fazer é maravilhoso, mas o que fazem é normalmente muito decepcionante.

A maioria das pessoas possui rótulos mentais sobre o sucesso e o fracasso.
Comummente o fracasso é associado à falta de capacidade de seguir em frente, de se dedicar a 100% ao alcance de um certo objectivo. Por sua vez, o sucesso é o oposto, traduz o resultado da dedicação de se empenhar a 100% em prol duma vida feliz.

O sucesso é conquistado continuamente, passo a passo, dia após dia, transformando-se num hábito, ou seja, aquilo que chamamos de sucesso não é mais de que, o resultado daquilo que fazemos a multiplicar pela apreciação pessoal ou valorização que lhe damos.
Fica aqui então um dos principais pressupostos da Programação Neurolinguistica: “Errar não existe, apenas existe feedback” (resultado das nossas acções).
E é isso que trata este desafio: diariamente, parte a parte e um pouco de cada vez, ajudar-nos a ampliar as nossas capacidades e a entrar em acção de forma cada vez mais eficaz e satisfatória.
Se melhorarmos apenas 1% em cada dia, imaginem qual será o resultado apenas num ano? Estamos a falar em obter resultados de forma fácil e duradoura: a cada dia fazer coisas simples, pequenas e onde os progressos sejam uma constante.

Há uma frase que realmente considero fascinante da Helen Keller: “Quando uma porta se fecha, outra se abre; o que acontece é que olhamos demasiado tempo para a porta fechada e deixamos de ver aquela que se abriu”.
Sugiro vivamente a conhecerem a história desta grande senhora, como o verdadeiro exemplo do sucesso:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Helen_Keller

O nosso futuro não tem que ser igual ao passado. Muitas pessoas não sonham na realização de grandes feitos porque simplesmente perderam a força interior.
Costumo encontrar muito frequentemente nos meus clientes, pessoas que por norma não se permitem a sonhar, pois é uma boa maneira de evitarem frustrações, ou seja, o não criar expectativas para não viver frustrações, o que normalmente acontece é que desconfiam quando a “esmola é grande”.

Caro leitor, pense neste momento, quais são as áreas da vida que, considera mais desagradáveis?
Pensemos em termos físicos, emocionais, espirituais, intelectuais, financeiros, relacionais, profissionais, etc…
Se nos encontramos insatisfeitos em qualquer uma destas áreas da vida, então devemos ficar muito felizes. Sabem porquê? Porque se estivermos satisfeitos com a vida que dispomos, não faremos nada para ascender a um nível mais elevado.
O sucesso traduz a grande armadilha, sobretudo, para as pessoas que se limitam a viver um dia após o outro. Se estamos infelizes, tal quer dizer que podemos melhorar. Este é o grande segredo que subjaz às grandes realizações e conquistas pessoais.

Não importa o que tenha acontecido no passado, não importa quantas vezes tenhamos tentado e falhado. Nada disto importa, esta é uma oportunidade totalmente nova para que comecemos a delinear a vida que tanto desejamos, e tudo o que necessitamos agora é disponibilidade e prontidão para seguir algumas das sugestões que iremos receber nestes artigos. Para isso, temos que estar dispostos a projectar uma nova vida, tal como faz um arquitecto.
A nossa vida actual não é mais do que o resultado da forma como a projectamos, e é claro que não basta projecta-la, é preciso acções rumo á realização do projecto e essas acções nem sempre dão resultado.
É isso que iremos abordar neste divertido percurso que pretendo desenvolver nas próximas edições.
Todos nós queremos ser bem sucedidos e felizes, mas poucas pessoas possuem determinação, vontade e dedicação suficientes para obterem maiores resultados. Queremos ser vencedores e acreditamos que merecemos obter grandes recompensas. Ninguém pode negar a veracidade desta afirmação.
Porém, para se ser médico, advogado, psicólogo, dentista, professor, engenheiro ou qualquer outra profissão são necessários anos de estudo, e para ser bem sucedido ou feliz não é diferente.
Bem hajam e boa viagem…

Espero os vossos comentários através do mail ou blog:
email: mig-ferreira@hotmail.com / blog: http://crescerportugal.blogspot.com/

Miguel Ferreira

quinta-feira, 5 de março de 2009

terça-feira, 3 de março de 2009

Faça o seu dia como se fosse o último!...

Vale a pena assistir, e modelar, este discurso de Steve Jobs - CEO da Apple e da Pixar

http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-3827595897016378253&hl

Uma lição de vida em 14 minutos!

Excesso de auto-confiança; sim ou não???

Ontem alguém me disse que sentia que às vezes sente que as pessoas que são demasiado confiantes em relação a si e aos outros podem perder credibilidade.

Fiquei a pensar no assunto...

Nos dias que correm, apresentar um discurso confiante (confiante nos resultados, confiante nos processos ou simplesmente... confiante) é muitas vezes visto com desconfiança. Socialmente, ser confiante é muitas vezes tomado por arrogância! Quase sempre, quem fica "chocado" com o aparente excesso de confiança dos outros são as pessoas... pouco confiantes! O nosso mundo (e ainda mais o nosso país) precisa de tomar um comprimido de confiança, ou não fosse a confiança, a auto-confiança, uma das estratégicas básicas rumo ao sucesso.Se se sente confiante, não tema em exprimi-lo, a não ser que isto choque com as suas próprias crenças. Se existem dentro de si crenças do género "se mostrar confiança, na realidade estou-me a armar em esperto" ou "se for muito confiante, vou atrair o azar", então... trabalhe nas suas crenças.

Estou confiante na importância da confiança rumo aos resultados que tanto quer... emocionais, financeiros, físicos ou espirituais!

PNL, o que é?

Descobri que há duas questões absolutamente centrais na vida de cada um de nós.

Pessoas realmente felizes conhecem quase sempre a respostas a estas duas questões.

A maioria de nós, no entanto, nunca se confrontou verdadeiramente com este par de simples perguntas...

Por que faço eu o que faço?

Como posso fazer aquilo que realmente quero fazer?

Ficou interessado? Então já é um "pnliano" em potência!

Invista os próximos minutos a responder a cada uma destas questões e perceba o enorme poder deste exercício!

Ida e Volta

O ser humano é, por natureza, um ser político, gregário, de relações e intimidades. Sendo que o desafio que estas últimas encerram nem sempre corresponde ao resultado desejado. Tal facto deve-se, talvez, à tendência milenar de nos ensemismarmos em nós mesmos ou, pior, à crença de que o homem é o lobo do homem.
Apesar, das constatações diárias, devo dizer que, nos últimos tempos, voltei a ter consciência da singularidade dos espaços. Considero que sair da minha esfera em direcção à esfera do outro, demorar-me aí, ‘apreendê-lo’ e depois regressar a mim mesma revela-se uma tarefa fundamental na ‘arte’ de dizer, ser: individual e em conjunto.
Se sentir genuinamente esta ida e volta, se olhar com olhos de ver o reflexo de mim mesma no outro, a relação eu-tu será uma demanda gloriosa. Totalmente pró-humana.
Ouvir o que o outro tem a dizer é, para mim, a pedra preciosa que encerra a possibilidade de evoluir, ao mesmo tempo que me liberta dos grilhões de uma existência aparente e pouco sublime.
Resta-me acrescentar que, neste momento, nas minhas veias corre a pura convicção de que as relações ecologicamente conseguidas – rapport - são a chave para a revolução humana.
Obrigada PNL por me re-lembrares que humanizar o homem continua a ser possível ……..
CARLA PEDRO

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Aceitação como o grande passo...

Hoje gostaria de lhe falar no padrão da "aceitação".
Quando definimos objectivos, quando falamos daquilo que ainda não somos por vezes começamos imediatamente a sentirmo-nos mal, por trazermos para o nosso consciente que ainda não temos aquilo que desejamos.
Este sentimento tem dois resultados de curtíssimo prazo:
- impele-nos a perseguir os nossos objectivos, trata-se daquilo a que podemos chamar "perturbação de ignição";
- produz no nosso corpo as reacções que se seguem a más emoções.

De facto, a "não aceitação" é simultaneamente boa e má!
Deixo-lhe um conselho para inverter este processo, praticando a "aceitação":
- foque-se no momento presente e aceite que ele é perfeito, pois é o resultado lógico dos seus pensamentos e acções passadas;
- a partir deste sentimento de "aceitação", perceba que pode ampliar as emoções positivas ao tomar agora as acções que produzirão os resultados futuros.

A neurologia confirma que emoções positivas são a forma mais consistente de suportar objectivos de médio e longo prazo!
Pratique-as!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Para pensar...

Quando nos definimos através daquilo que não somos, não nos definimos através daquilo que somos...
Quando diz que é um "não-fumador", está a definir-se através daquilo que não é ("fumador")...
Pense nisto na próxima vez que disser que "não é" alguma coisa, ou que é "contra" algo...
É que ser "não fumador", por exemplo, é bem diferente de "ser saudável"! Ser "anti-clube de futebol X", outro exemplo, é bem diferente de "ser apoiante do clube de futebol Y"!
Pensar e falar daquilo que se quer e não daquilo que não se quer é uma das características fundamentais de pessoas felizes! E "ser feliz" é bem diferente de "não ser infeliz", não é?Dá que pensar...
PS: Como está a ser 2009?
Já passaram quase dois meses, aproximou-se ou afastou-se do sentimento de satisfação?
Passe por www.espacointegral que nos próximos dias e verifique as próximas possibilidades!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Rapport consigo mesmo



Existe uma maneira fundamental para facilitar os processos de transformação interna.
Ainda que, de início pareça fácil tomar decisões e executá-las, a certa altura, apercebemo-nos que nos "auto-sabotamos". Isto porque não nos escutamos o suficiente.
Porque isso não acontece?
Porque ainda não desenvolvemos o suficiente a capacidade de nos sintonizarmos com as nossas partes internos, que é como nos sensibilizarmos na escutar o que diz o nosso “coração”, ou seja, ainda não conseguimos suficiente Rapport.
Rapport é uma palavra francesa que significa harmonia, confiança, segurança e compreensão (com os outros ou consigo mesmo).
Ter rapport com os outros significa ter relacionamentos de qualidade.
Ter rapport consigo mesmo significa ter um diálogo interno produtivo, ouvir as necessidades da própria “alma”.
Da mesma forma que uma cadeira, para que possamos ter "estabilidade" num processo de mudança interna, o ideal é que haja quatro pilares, quatro pernas que apoiem a mudança. Sendo isto, uma forma de Rapport:
. rapport com o aspecto físico;
. rapport com as diversas partes da mente;
. rapport entre o corpo e a mente;
. rapport com a parte espiritual de nosso ser.
O Rapport consigo mesmo tem três aspectos:
Acuidade perceptiva (sensorial);
Auto-observação é a chave para a auto-aprendizagem e para a autoconsciência.
A qualidade das nossas representações internas (na nossa mente), são as chaves para o controle dos estados mentais, físicos e emocionais. A auto-observação não significa distanciamento de nós mesmos, das nossas próprias emoções, significa observar o inicio, a sua origem, a sua expansão e sua diminuição, entendendo que são partes de nós, mas não são o todo de nós.
Flexibilidade nos pensamentos, sentimentos e acções (adaptabilidade); Flexibilidade é entender que o objectivo final não é o meio, uma vez que podemos encontrar diversas formas alternativas de agir.
Quem apenas tem uma forma de agir perante uma determinada situação na vida está a agir como um robô de si mesmo.
Objectivos bem definidos;
Apenas "ter esperança" no futuro (ficar á espera) não é suficiente. Imaginar um futuro melhor ("i" de interno + "maginar, magicar" = magia interna) é o primeiro passo, que deve ser seguido de acção positiva no mundo material, para consolidar os efeitos da magia interna (imaginação).
É você que cria o seu futuro com o que faz agora. Pense sobre o que deseja ser – sobre os seus objectivos – seguindo o seguinte modelo:
1. Expresse o seu objectivo de forma positiva (linguagem positiva).
2. Torne o seu objectivo simples e específico.
3. Torne-os mensuráveis, sinta como se já os tivesse alcançado (onde, com quem e quando).
4. Defina os recursos que já têm, e aqueles que pode adquirir.
5. Identifique as evidências de quando atingir os seus objectivos (o que ouve, o que vê e o que sente) (como saberá que os alcançou).

Seja um objectivo físico, profissional, social, emocional ou espiritual, experimente um formato de linguagem que afirme o que deseja alcançar, não algo que deseje afastar.
O Universo não trabalha com base na ausências ("a Natureza não suporta o vácuo") e busca preencher com algo efectivo. O Que, Porque, Quem, Como, Para que, Qual, Quando, Onde;
Devemos usar com muito cuidado estas palavras pois guardam muito poder na linguagem.
Se focarmos o nosso "O Quê" nos problemas e não nas soluções, teremos dificuldades.
Também não é tão útil perguntar o "porquê" duma situação indesejável, bem como não resolve muito perguntar o "de quem" é a culpa, seja nossa ou dos outros. Isso só dirige a nossa criatividade para a manutenção da situação inadequada, contribuindo também para gerar remorsos, ressentimentos e mágoas, e também, ficar a descrever para os outros o "como" o problema nos afecta só contribui para consolidar o incómodo que ele nos causa.
Assim, prefira o "Para quê" e "Qual", isto é, em que direcção desejo ir, qual é o meu objectivo e para “o quê” me estou a dirigir.
Estabeleça sub-objectivos (metas) e defina prazos. Teste a congruência dos seus objectivos (e de cada uma das metas) com os seus valores e crenças pessoais. Pense nas consequências mais amplas da realização dos seus objectivos na sua vida. Como é que as outras pessoas e tarefas da sua vida serão afectadas? e, por final, imagine como irá ser o seu futuro, fazendo "Viagens ao Futuro" subjectivas e Integre a sua Identidade nos seus objectivos.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

"PODER SEM LIMITES…"

"PODER SEM LIMITES…"

O nosso medo mais profundo não é sermos insuficientes.
O nosso medo mais profundo é que somos infinitamente poderosos.
É da nossa luz e não das nossas trevas do que mais tememos:
- Quem sou eu para poder ser brilhante, extraordinariamente atractivo,
cheio de talentos e formidável?
Mas, porque não?
- És uma criança de Deus.
Fazeres-te mais pequeno do que és não é bom para o mundo.
Não há glória nenhuma em fazeres-te mais pequeno do que és.
Nascemos para manifestar o esplendor de Deus que vive em nós,
não em alguns de nós, mas em todos.
Se deixar-mos brilhar a nossa luz, damos aos outros inconscientemente,
licença para o fazerem também.
Se nos livrar-mos do nosso medo,
a nossa presença liberta automaticamente os outros.

Discurso inaugural de Nelson Mandela em 1994
Texto extraído de “A return to love” de Marianne Williamson

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

...Os 10 + no IPPNL em Fátima, futuros Practitioners em PNL




...E ainda há pessoas, homens e mulheres, que querem fazer a diferença e investem na sua própria transformação para transformar Portugal e o Mundo... Bem Hajam os Aspirantes a Practitioners no IPPNL...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Realizar objectivos "R e a i s"...





« Quando surfamos sobre a nossa própria onda, aquela que corresponde àquilo que nós desejamos profundamente, a vida e todo o universo conspira para que o que desejamos aconteça. O essencial é ser coherente entre o que pensamos, dizemos e fazemos, de não reflectir debaixo do efeito do medo mas da confiança, e avançar a um ritmo justo, sem atropelar-nos. Então parece que tudo se junta a nós para que o nosso desejo se torne realidade».