segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Agora apenas durmo para sonhar...





Assim, depois de muito esperar, um dia como qualquer outro decidi triunfar?
Decidi não ficar à espera das oportunidades e fui procurá-las
Decidi ver cada problema como a oportunidade de encontrar uma solução
Decidi ver cada deserto como a oportunidade de encontrar um oásis
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver
Decidi ver cada dia como a oportunidade de ser Feliz
Aquele dia,
Descobri que o meu único rival eram apenas as minhas debilidades e que
estas são a única e melhor forma de me superar
Aquele dia deixei de ter medo de perder e comecei a ter medo de não
ganhar
Descobri que não era o melhor e que talvez nunca o tenha sido
Deixou de me importar quem ganhara ou quem perdera
Agora simplesmente me importa ser melhor que ontem
Aprendi que o difícil não é chegar ao topo, mas sim nunca deixar de subir
Aprendi que o maior sucesso que posso alcançar é o ter direito de chamar
a alguém de "AMIGO"
Descobri que o amor é mais do que uma simples paixão.
O amor é uma filosofia de vida
Aquele dia deixei de ser o reflexo dos meus poucos sucessos alcançados e
comecei a ser a minha própria luz do meu presente
Aprendi de que nada serve ser luz se não for para iluminar também o
caminho da Humanidade
Naquele dia decidi mudar tanta coisa?
Aprendi que os sonhos são apenas para transformar em realidade e desde
esse dia que
Não durmo para descansar?
Agora apenas durmo para sonhar.

Walt Disney

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

VERDADEIRO MAGNETISMO!


...Impulsionados pela força do Amor, os fragmentos do mundo buscam-se uns aos outros para que o mundo possa vir a Ser...
Theillard de Chardin

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Errar não existe, só existe feedback!


O analfabeto do futuro não será aquele que não sabe ler nem escrever mas aquele que não conseguir aprender, desaprender e reaprender.
Alvin Tofler

domingo, 20 de dezembro de 2009

NATAL DE QUEM?

Um dos temas (não explicitos) mais fundamentais da PNL é possivelmente a questão da congruência e da incongruência. O Carlos G. enviou-me este poema que, para mim é a perfeita ilustração do tema nesta época do ano:

NATAL DE QUEM?

Mulheres atarefadas
Tratam do bacalhau,
Do peru, das rabanadas.
- Não esqueças o colorau,
O azeite e o bolo-rei!
- Está bem, eu sei!
- E as garrafas de vinho?
- Já vão a caminho!
- Oh mãe, estou pr'a ver
Que prendas vou ter.
Que prendas terei?
- Não sei, não sei...

Num qualquer lado,
Esquecido, abandonado,
O Deus-Menino
Murmura baixinho:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?

Senta-se a família
À volta da mesa.
Não há sinal da cruz,
Nem oração ou reza.
Tilintam copos e talheres.
Crianças, homens e mulheres
Em eufórico ambiente.
Lá fora tão frio,
Cá dentro tão quente!

Algures esquecido,
Ouve-se Jesus dorido:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?

Rasgam-se embrulhos,
Admiram-se as prendas,
Aumentam os barulhos
Com mais oferendas.
Amontoam-se sacos e papeis
Sem regras nem leis.

E Cristo Menino
A fazer beicinho:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?

O sono está a chegar.
Tantos restos por mesa e chão!
Cada um vai transportar
Bem-estar no coração.
A noite vai terminar

E o Menino, quase a chorar:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?
Foi a festa do Meu Natal
E, do princípio ao fim,
Quem se lembrou de Mim?
Não tive tecto nem afecto!

Em tudo, tudo, eu medito
E pergunto no fechar da luz:

- Foi este o Natal de Jesus?!!!

(João Coelho dos Santos, in Lágrima do Mar - 1996)