quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
PNL - PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA: COACHING/TERAPIA COM PNL / FORMAÇÃO CERTIFICADA (INTRODUTÓRIO, PRACTITIONER e MASTER PRACTITIONER) no IPPNL em Fátima e em todo o País...
PNL - PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA:
COACHING/TERAPIA com PNL / FORMAÇÃO CERTIFICADA (INTRODUTÓRIO, PRACTITIONER e MASTER PRACTITIONER) na sede do IPPNL - Instituto Português de Programação Neurolinguística em FÁTIMA e em todo o País...
contactos 249 534 110 / 917 887 086
ippnl.pt@gmail.com
COACHING/TERAPIA com PNL / FORMAÇÃO CERTIFICADA (INTRODUTÓRIO, PRACTITIONER e MASTER PRACTITIONER) na sede do IPPNL - Instituto Português de Programação Neurolinguística em FÁTIMA e em todo o País...
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«O oposto de um erro?... É um erro!»
«O oposto de um erro?...É um erro!»
Tariq Demens
Unamos os contrários
Quando
a nossa ação não tem os resultados desejados, temos a tendência de responder de
duas maneiras: a primeira é de acrescentar mais na mesma direcção (fazer ainda
mais do mesmo…se o medicamento não funciona, aumentamos a dose) o que
geralmente, não produz nada de melhoria e multiplica os efeitos indesejáveis; o
segundo consiste em precipitar-se no comportamento oposto. Esta atitude é
aparentemente mais razoável porque em vez de persistir no erro, muda qualquer
coisa. Mas no entanto não é preferível. Tomemos um exemplo de Aristóteles. O
guerreiro que se comportou como cobarde, se ele quiser compensar-se, terá
tendência a precipitar-se ao combater com temeridade. Ele arrisca assim de se
fazer matar ou pode prejudicar os seus camaradas. O cobarde, consciente do
perigo não age; o temerário age porque é inconsciente. Lançando-se para a acção
contrária de um erro, o nosso homem caiu num outro erro! Porquê? Porque ele evitou
o verdadeiro desafio: “unir a acção com a
consciência”. Assim ele encontraria, debaixo da cobardia e da temeridade a
verdadeira coragem. Aquilo que Aristóteles chama o caminho do meio, o qual define para ele a virtude da excelência, não se encontra nunca no simples oposto de
uma atitude contrária, mas sempre num nível superior. (Valores - Níveis Neurológicos). É
assim que em matéria de educação, uma geração que conheceu a autoridade sem
conhecer a liberdade terá tendência a conceder a liberdade sem autoridade.
Querendo dar aos nossos filhos aquilo que nos faltou, privamo-los da estrutura
interior que oferece a autoridade. O desafio: “aliar autoridade e liberdade”, encontrar o ponto de união entre a
Lei e o Desejo, numa palavra: unir os contrários. Estes últimos são idênticos
às polaridades eléctricas, os quais apenas produzem energia juntos. O erro
existencial consiste sempre a querer ter um sem o outro. Sendo ambos necessários,
acontecerá sempre um momento onde a polaridade negligenciada reclamará os seus
direitos. Se, por exemplo, eu tomei o hábito de me forçar e agir debaixo de
tensão, virá um tempo em que serei obrigado a relaxar-me. Então relaxar-me-ei,
mas não agirei mais. Por outro lado, a necessidade de agir incitar-me-á a ficar
tenso de novo. Ficarei preso numa oscilação perpétua entre duas polaridades
(acção tensa e descontracção inerte) enquanto não empreender a subida do meu
nível de consciência para viver as duas polaridades: por debaixo da oposição
entre tensão e relaxamento encontra-se a verdadeira integração da acção
relaxada, onde descubro que posso agir estando relaxado, movido não mais pela
tensão em direcção a um resultado mas pela energia tranquila que toma conta de
mim quando me liberto da minha preocupação com o resultado.Ordem e Justiça; Liberdade e Legalidade; Pensar e Sentir; Fidelidade e Liberdade Sexual; Actividade e Passividade; Organização e Espontaneidade… A vida está feita de pares de contrários que aspiram a realizar em nós a sua unidade. Fugindo de um erro para o seu oposto, caímos na ilusão de acreditar que é só o nosso comportamento que temos de modificar, quando somos nós que devemos mudar. Como dizia Einstein, «nenhum problema pode ser resolvido sem mudar o nível de consciência que o gerou». A existência desconfortável dos pares de contrários incita-nos a um trabalho de unidade que nos impele a crescer. (Denis Marquet)
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
"A BIOLOGIA DO PENSAMENTO" (Bruce Lipton), o cientista que ajudou a revolucionar a biologia, ao examinar as reações químicas nas células apoiado na física quântica, afirma que é a mente que modela a vida das pessoas
A BIOLOGIA DO PENSAMENTO
Bruce Lipton
O cientista que ajudou a revolucionar a
biologia, ao examinar as reações químicas nas células apoiado na física
quântica, afirma que é a mente que modela a vida das pessoas
Um respeitado pesquisador de
células-tronco, o norte-americano Bruce Lipton rompeu as fronteiras da biologia
tradicional ao incorporar a ela conceitos da física quântica. Ideias surgidas a
partir dessa ótica, como a equivalência da membrana celular ao "cérebro"
das células e o controle que o ambiente exerce sobre as células a partir de
suas membranas, confirmam a íntima relação mente-corpo e indicam como podemos
usar os pensamentos para assumir o controle de nossa vida. Lipton relata sua
extraordinária trajetória em "A Biologia da Crença" (Ed. Butterfly),
tema da entrevista a seguir.
PLANETA - O que é a
"nova biologia" a que o senhor se refere em seu livro?
Bruce Lipton -
Quando introduzi esses conceitos, em 1980, quase todos os meus colegas cientistas
os consideraram inverosímeis. Mas a profunda revisão que a biologia
convencional tem feito desde aquela época a leva hoje às mesmas conclusões a
que cheguei 25 anos atrás.
Os cientistas sabem que os
genes não controlam a vida, mas a maior parte da imprensa ainda informa ao povo
o contrário. As pessoas atribuem inicialmente suas deficiências e doenças a
disfunções genéticas. As crenças sobre os genes levam-nas a se ver como
"vítimas" da hereditariedade.
Os biólogos convencionais
ainda consideram que o núcleo (o componente interno da célula que contém os
genes) "controla" a vida, uma ideia que enfatiza os genes como o
fator primário desse controle. Já a nova biologia conclui que a membrana
celular (a "pele" da célula) é a estrutura que primariamente
"controla" o comportamento e a genética de um organismo.
A membrana contém os
interruptores moleculares que regulam as funções de uma célula em resposta a
sinais do ambiente. Para exemplificar: um interruptor de luz pode ser usado
para ligá-la ou desligá-la. O interruptor "controla" a luz? Não, já
que ele é controlado pela pessoa que o aciona. Um interruptor de membrana é
análogo a um interruptor de luz quando liga ou desliga uma função celular, ou a
leitura de um gene - mas ele é, de fato, ativado por um sinal do ambiente. A
nova biologia enfatiza o ambiente como o controle primordial na biologia.
Sua teoria também está
relacionada à física quântica...
Pela medicina convencional,
os "mecanismos" físicos que controlam a biologia baseiam-se na
mecânica newtoniana, a qual enfatiza o reino material (átomos e moléculas). Já
a nova biologia considera que os mecanismos da célula são controlados pela
mecânica quântica. Esta, concentra-se no papel das forças de energia invisíveis
que formam, coletivamente, campos integrados e interdependentes.
Para a mecânica quântica, as
forças invisíveis em movimento nos campos são os fatores fundamentais que
modelam a matéria. Os cientistas também reconhecem que as moléculas do corpo
são controladas por frequências de energia vibracional, de forma que a luz, o
som e outras energias eletromagnéticas influenciam profundamente todas as
funções da vida.
Entre as forças energéticas
que controlam a vida estão os campos eletromagnéticos gerados pela
mente. Na biologia convencional, a ação da mente não é incorporada à
compreensão da vida. Por isso, é uma surpresa a medicina reconhecer que o
efeito placebo responde por pelo menos um terço das curas médicas, incluindo
cirurgias. Ele ocorre quando alguém sara devido à sua crença de que um remédio
ou procedimento médico vai curá-lo, mesmo se o medicamento for uma pílula de
açúcar ou o procedimento for uma impostura.
A nova biologia ressalta o
papel da mente como o fator primordial a influenciar a saúde. Nessa realidade,
uma vez que controlamos nossos pensamentos, tornamo-nos mestres de nossa vida,
e não vítimas dos genes.
Em que é que a nova biologia difere do darwinismo?
A nova biologia frisa que a
evolução não é conduzida pelos mecanismos sublinhados na biologia darwiniana. A
teoria de Darwin oferece dois passos básicos para explicar como a evolução
ocorreu: 1) mutação aleatória, a crença de que as mutações genéticas são randómicas
e não influenciadas pelo meio ambiente - a evolução é conduzida por
"acidentes"; 2) seleção natural, na qual a natureza elimina os
organismos mais fracos numa "luta" pela existência, na qual há
vencedores e perdedores.
Novas descobertas oferecem uma
imagem diferente. Em 1988, uma pesquisa revelou que, quando stressados, os
organismos têm mecanismos de adaptação molecular para selecionar genes e
alterar seu código genético. Ou seja, eles podem mudar sua genética em resposta
a experiências ambientais. Outros estudos mostram que a biosfera (todos os
animais e plantas) é uma gigantesca comunidade integrada que se baseia numa
cooperação das espécies. A natureza não se importa com indivíduos numa espécie,
mas com o que a espécie como um todo está fazendo para o ambiente.
Segundo a nova biologia, a
evolução: 1) não é um acidente; 2) baseia-se em cooperação. Uma
teoria mais recente sobre o tema ressaltaria a natureza da harmonia e da
comunidade como uma força motriz por detrás da evolução.
Como o senhor concluiu que podemos comandar e mudar nossas células
e genes?
As minhas primeiras ideias
científicas basearam-se em experiências que comecei em 1967, usando culturas de
células - tronco clonadas. Nesses estudos, células geneticamente idênticas
foram inoculadas em três placas de cultura, cada qual com um diferente meio de
crescimento. Numa placa, as células - tronco tornaram-se músculo; noutra,
células ósseas; na terceira, células de gordura. Meus resultados, publicados em
1977, revelam que o ambiente controlou a atividade genética das células.
Esses estudos mostram que os
genes propiciam o surgimento de células com "potenciais", os
quais são selecionados e controlados pela célula a partir de condições
ambientais. As células ajustam dinamicamente os seus genes de forma que eles
possam adaptar-se às demandas do ambiente.
Mais tarde, descobri que a
membrana celular equivalia ao cérebro da célula. No desenvolvimento humano, a
pele embrionária é a precursora do cérebro. Nas células e no ser humano, o
cérebro lê e interpreta a informação ambiental e então envia sinais para
controlar as funções e o comportamento do organismo.
Quem está no
comando do nosso corpo?
Nas primeiras semanas do
desenvolvimento do embrião, os genes basicamente controlam o desenvolvimento do
plano corporal de um humano (criam dois braços, duas pernas, etc.). Uma vez que
o embrião toma a forma humana (torna-se um feto), os genes assumem uma posição
secundária, controlando o desenvolvimento do corpo pela informação ambiental.
Durante esse período, a estrutura e a função do corpo fetal são ajustadas em
resposta à percepção do ambiente da mãe, que, via placenta, influencia a
genética e a programação comportamental do feto.
A "leitura" dos
sinais ambientais (no útero e após o nascimento) capacita as células do corpo e
seus genes a fazer ajustes biológicos para sustentar a vida. Como os sinais
ambientais são lidos e interpretados pelas "percepções da mente", a
mente se torna a força básica que, em última instância, modela a vida de uma
pessoa.
Como os campos
energéticos controlam a bioquímica do corpo?
As funções do corpo derivam
do movimento das moléculas (basicamente proteínas). As moléculas mudam de forma
em resposta a cargas eletromagnéticas ambientais. Influências físicas tais como
hormonas e remédios podem oferecer essas cargas elétricas indutoras de
movimento. Mas campos de energia vibracional harmonicamente ressonantes também
fazem as moléculas mudar de forma e ativar suas funções. Enzimas de proteínas
podem ser ativadas num tubo de ensaio por substâncias químicas e por frequências
eletromagnéticas, como ondas de luz.
Podemos evitar
doenças enviando mensagens positivas para nossas células?
Só 5% das doenças humanas são
relacionadas a defeitos genéticos de nascença. Portanto, 95% de nós nasce com
um genoma adequado a uma vida saudável. Para os doentes dessa maioria, a pergunta
é: por que estamos tendo problemas de saúde? Reconhece-se hoje que o estilo de
vida causa mais de 90% dos problemas de coração, mais de 60% dos casos de cancro
e, talvez, todos os casos de diabete tipo 2. Quanto mais olhamos, mais vemos
como nossas emoções, reações à vida, dieta pobre, falta de exercício e stresse
modelam nossa vida. Como temos um controle significativo sobre nosso organismo,
podemos reprogramar a saúde e a vida com nossas intenções. Se de fato soubessem
como o seu organismo funciona, as pessoas poderiam influenciar sua saúde, e
isso seria o melhor preventivo para a doença.
É possível
remodelar nossos pensamentos mais profundos?
O problema é que não
entendíamos como a mente trabalha. Temos duas mentes, a consciente e a
inconsciente. Associamos a primeira à nossa identidade pessoal - é a mente
pensante, racional. A mente subconsciente opera sem a supervisão da consciente
- é a "mente automática". Se as crenças da mente subconsciente entrarem
em conflito com os desejos da mente consciente, quem ganhará? A resposta é
clara: a mente subconsciente, pois ela é uma processadora de informações um
milhão de vezes mais poderosa do que a outra e, como os neurocientistas
revelam, opera em torno de 95% do tempo.
Pensávamos que se a mente consciente
se tornasse cônscia dos nossos problemas, automaticamente corrigiria quaisquer
programas negativos descarregados na mente subconsciente. Mas isso não
funciona, porque a mente subconsciente é como um gravador - ela grava
comportamentos (os fundamentais, na maioria, são armazenados antes dos seis
anos de idade) e, ao se apertar um botão, o programa será repetido incontáveis
vezes (hábitos). Não existe uma "entidade" na mente subconsciente que
"ouça" o que a mente consciente quer.
Pensamentos positivos
funcionam quando a meta desejada é apoiada pelas intenções da mente consciente
e pelos programas da mente subconsciente.
REF:
(Cortesia de Ângela Filipe)
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
BOAS FESTAS: "UP ALTAMENTE!"
BOAS FESTAS COM EXCELENTES IMAGENS, EXCELENTES SONS E EXCELENTES SENSAÇÕES...CHEIROS E PALADARES E MUITA DANÇA...E MUUUUITO AMOR...
http://www.youtube.com/embed/XMkaBN3x5AM

www.ippnl.com
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Pela nossa saúde, assine a petição!...
Vossa Excelência Sra Presidente Dilma Rousseff
Exmo. Sr. Presidente da Câmara dos Deputados Marco Maia PT/RS
Nós do Movimento Gota D’Água pedimos o vosso empenho e ação para evitar mais umdesastre ambiental de proporções gigantescas:
- • pedimos vossa atenção para ouvir os argumentos da população do Xingu, dos ambientalistas, técnicos e cientistas verdadeiramente empenhados em achar soluções para o desenvolvimento sustentável do Brasil.
- • pedimos o fim dos discursos ambientalistas de palanque e o avanço na direção de umadiscussão verdadeira em prol de políticas alternativas de geração de energia sustentável - capazes de gerar a energia necessária ao desenvolvimento do país, sem arruinar um ecossistema dessa magnitude
- • pedimos a interrupção imediata das obras de Belo Monte e a abertura de um amplo debate, que convoque os brasileiros a refletir e a opinar sobre qual modelo de progresso estão dispostos a perseguir, cientes das conseqüências de suas escolhas.
(Os Signatários)
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
TESTE JAPONÊS DA PERSONALIDADE - São apenas 6 perguntas!

A Idade do teu cérebro...
A Idade do cérebro...
Recomendo este Teste
de concentração.
Simples e rápido!
Simples e rápido!
…E não desistas à primeira da tua juventude…repete o teste até encontrares
a idade que te convêm acreditar…”Crença é tudo o que existe!”
Abraço Grande e SUCESSO
António
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
O uso da PNL pode aliviar as dores de cabeça, as dores de costas,e outras!
1.
Anote a intensidade da dor numa escala de 1 a 10
2. Faça uma imagem da dor
3. Investigue as sub modalidades da imagem (localização mental, a cor ou a preto e branco, brilho, imagem associada ou dissociada, tamanho, movimento, forma, nitidez, com som ou sem som, volume, tonalidade, timbre, direcção, ritmo, pressão, temperatura, etc.)
4. Experimente transformar as sub modalidades, experimente mudando algumas cores e sons, introduza outros elementos que possam transformar os atributos da representação interna – o vento que sopra e afasta a imagem, por exemplo. A dor desapareceu? O que é que ficou diferente agora?
5. Se a dor ainda não desapareceu, imagine um ecrã e imagine-se a tirar a dor do seu corpo e a projectá-la no ecrã, como se estivesse a ver um filme.
6. Diminua o tamanho da imagem e torne-a como se fosse um balão cheio de hélio e imagine agora o balão a subir a subir cada vez mais alto, até desaparecer…
7. Depois do balão desaparecer através das nuvens anote se ainda sente alguma dor empregando a escala. É muito provável que a dor ficasse bastante reduzida e até desaparecesse.
(este exercício alivia os sintomas, não substitui um tratamento das causas)
2. Faça uma imagem da dor
3. Investigue as sub modalidades da imagem (localização mental, a cor ou a preto e branco, brilho, imagem associada ou dissociada, tamanho, movimento, forma, nitidez, com som ou sem som, volume, tonalidade, timbre, direcção, ritmo, pressão, temperatura, etc.)
4. Experimente transformar as sub modalidades, experimente mudando algumas cores e sons, introduza outros elementos que possam transformar os atributos da representação interna – o vento que sopra e afasta a imagem, por exemplo. A dor desapareceu? O que é que ficou diferente agora?
5. Se a dor ainda não desapareceu, imagine um ecrã e imagine-se a tirar a dor do seu corpo e a projectá-la no ecrã, como se estivesse a ver um filme.
6. Diminua o tamanho da imagem e torne-a como se fosse um balão cheio de hélio e imagine agora o balão a subir a subir cada vez mais alto, até desaparecer…
7. Depois do balão desaparecer através das nuvens anote se ainda sente alguma dor empregando a escala. É muito provável que a dor ficasse bastante reduzida e até desaparecesse.
(este exercício alivia os sintomas, não substitui um tratamento das causas)
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