sábado, 31 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
Grata pelo convite e pela partilha...
BAGA
Um Abraço Grande
Ana Luisa
segunda-feira, 12 de março de 2012
A quoi nous appelle l’amour ?
A quoi nous appelle l’amour ?
ou plus exactement
à quel risque nous invite-t-il ?
Sappho
domingo, 11 de março de 2012
"A estrada que não tomei" Robert Frost 1910
"A estrada que não tomei." (Robert Frost, 1916)
Que caminho devo tomar? Essa é a pergunta que nos fazemos frequentemente quando nos deparamos com a alternativa humana de escolher. Essa pergunta revela que a escolha não é simples. Por um lado, queremos optar por um caminho fácil e confortável, aquele que normalmente todos seguem; mas por outro lado, apresenta-se outro caminho, pouco transitado, mas que nos oferece uma alternativa de crescimento pessoal. Sabemos que a opção nos levará de ali em diante por um caminho que não tem volta a trás. Dificilmente poderemos retomar o outro caminho depois de tomarmos a decisão que temos diante de nós. Contamos sempre com a possibilidade de escolher, e ali onde se abrem dois caminhos a opção que nos é apresentada é o caminho mais fácil e cómodo, o conhecido e o mais transitado, ou aquele outro, diferente, que nos impele a crescer. A decisão depende de nós, das nossas atitudes, dos nossos projectos, da nossa aspiração, da nossa coragem para assumir o risco de transitar pelo nosso caminho. Nesta poesia de Robert Frost está proposto esse momento de decisão consciente de que do caminho escolhido depende a orientação de uma vida.
Que caminho devo tomar? Essa é a pergunta que nos fazemos frequentemente quando nos deparamos com a alternativa humana de escolher. Essa pergunta revela que a escolha não é simples. Por um lado, queremos optar por um caminho fácil e confortável, aquele que normalmente todos seguem; mas por outro lado, apresenta-se outro caminho, pouco transitado, mas que nos oferece uma alternativa de crescimento pessoal. Sabemos que a opção nos levará de ali em diante por um caminho que não tem volta a trás. Dificilmente poderemos retomar o outro caminho depois de tomarmos a decisão que temos diante de nós. Contamos sempre com a possibilidade de escolher, e ali onde se abrem dois caminhos a opção que nos é apresentada é o caminho mais fácil e cómodo, o conhecido e o mais transitado, ou aquele outro, diferente, que nos impele a crescer. A decisão depende de nós, das nossas atitudes, dos nossos projectos, da nossa aspiração, da nossa coragem para assumir o risco de transitar pelo nosso caminho. Nesta poesia de Robert Frost está proposto esse momento de decisão consciente de que do caminho escolhido depende a orientação de uma vida.
"A estrada que não tomei"
Duas estradas num bosque amarelo divergiam;
triste por não poder seguir as duas sendo um só viajante, muito tempo parei a olhar para uma delas, até onde podia alcançar, pois por detrás das moitas ela dobrava.
Então tomei a outra que me pareceu de igual beleza.
Uma vantagem talvez oferecia por ser cheia de relva,
a querer ser pisada.
Embora neste ponto o estado fosse o mesmo
e uma, como a outra, tivesse sido usada.
E naquela manhã ambas tinham folhas
ainda não escurecidas pelos passos.
Ora! Guardei a primeira para outro dia!
Mas, sabendo como uma estrada leva a outra,
duvidei poder um dia voltar!
Contarei esta história suspirando.
Daqui a séculos em algum outro lugar:
duas estradas, num bosque, divergiam;
e eu tomei a menos frequentada;
e foi isso a razão de toda a diferença!
terça-feira, 6 de março de 2012
PNL - PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA A ALAVANCA DO CRESCIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL em Castelo Branco, Leiria e Fátima
A METODOLOGIA/ALAVANCA DE CRESCIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL
ALCANCE MAIS COM MENOS ESFORÇO!”
FORMAÇÃO BASE em PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA
(16 horas)
(16 horas)
A formação do Trainer/Formador António M.
Vieira:
Master
Practitioner e Trainer em PNL, reconhecido pelo NTI (Holanda) e membro da Guilda de PNL Portuguesa e Holandesa. Coach/terapeuta
com PNL, Consultor em Panorama Social Mental, Palestrante Motivacional, Instrutor de
Aikido e de Tai-Chi Qi Gong
CASTELO BRANCO 17/18 Março (Sáb.e Domingo)
FÁTIMA 21/28 Março (2 Quartas-feiras)
LEIRIA 24 Março/14 Abril (2 Sábados)
LEIRIA 4/11/18/25 Abril (4 Quartas,19h30 23h30)
FÁTIMA 8/16 Abril (2 Domingos)
Inscrições Março /Abril
PROMOÇÃO: 2 INSCRIÇÕES –
10% Desconto
FORMAÇÃO BÁSICA EM PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA (16 horas)
CASTELO BRANCO: 17/18 Março (Sábado e Domingo 09h30 -19h30)
Contactos: 93 649 51 56 /91 788 70 86
LEIRIA: 2 módulos: 24 de Março e 14 Abril (2 Sábados 2 x 8 horas - 9h30 – 19h30)
Contactos: 244 838 460 / 962 144 601 / 91 788 70 86
holiclinica@oninet.pt
LEIRIA: 4 módulos: 4, 11, 18 e 25 Abril (4 Quartas-feiras 4 x 4 horas - 19h30 – 23h30)
FÁTIMA: 2 módulos: 21/28 Março (2 Quartas-feiras 2 x 8 horas - 09h30 -23h30)
LEIRIA: 4 módulos: 4, 11, 18 e 25 Abril (4 Quartas-feiras 4 x 4 horas - 19h30 – 23h30)
FÁTIMA: 2 módulos: 21/28 Março (2 Quartas-feiras 2 x 8 horas - 09h30 -23h30)
Contactos: 91 407 03 37 /91 788 70 86
domingo, 4 de março de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
PNL - PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA: COACHING/TERAPIA COM PNL / FORMAÇÃO CERTIFICADA (INTRODUTÓRIO, PRACTITIONER e MASTER PRACTITIONER) no IPPNL em Fátima e em todo o País...
PNL - PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA:
COACHING/TERAPIA com PNL / FORMAÇÃO CERTIFICADA (INTRODUTÓRIO, PRACTITIONER e MASTER PRACTITIONER) na sede do IPPNL - Instituto Português de Programação Neurolinguística em FÁTIMA e em todo o País...
contactos 249 534 110 / 917 887 086
ippnl.pt@gmail.com
COACHING/TERAPIA com PNL / FORMAÇÃO CERTIFICADA (INTRODUTÓRIO, PRACTITIONER e MASTER PRACTITIONER) na sede do IPPNL - Instituto Português de Programação Neurolinguística em FÁTIMA e em todo o País...
contactos 249 534 110 / 917 887 086
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«O oposto de um erro?... É um erro!»
«O oposto de um erro?...É um erro!»
Tariq Demens
Unamos os contrários
Quando
a nossa ação não tem os resultados desejados, temos a tendência de responder de
duas maneiras: a primeira é de acrescentar mais na mesma direcção (fazer ainda
mais do mesmo…se o medicamento não funciona, aumentamos a dose) o que
geralmente, não produz nada de melhoria e multiplica os efeitos indesejáveis; o
segundo consiste em precipitar-se no comportamento oposto. Esta atitude é
aparentemente mais razoável porque em vez de persistir no erro, muda qualquer
coisa. Mas no entanto não é preferível. Tomemos um exemplo de Aristóteles. O
guerreiro que se comportou como cobarde, se ele quiser compensar-se, terá
tendência a precipitar-se ao combater com temeridade. Ele arrisca assim de se
fazer matar ou pode prejudicar os seus camaradas. O cobarde, consciente do
perigo não age; o temerário age porque é inconsciente. Lançando-se para a acção
contrária de um erro, o nosso homem caiu num outro erro! Porquê? Porque ele evitou
o verdadeiro desafio: “unir a acção com a
consciência”. Assim ele encontraria, debaixo da cobardia e da temeridade a
verdadeira coragem. Aquilo que Aristóteles chama o caminho do meio, o qual define para ele a virtude da excelência, não se encontra nunca no simples oposto de
uma atitude contrária, mas sempre num nível superior. (Valores - Níveis Neurológicos). É
assim que em matéria de educação, uma geração que conheceu a autoridade sem
conhecer a liberdade terá tendência a conceder a liberdade sem autoridade.
Querendo dar aos nossos filhos aquilo que nos faltou, privamo-los da estrutura
interior que oferece a autoridade. O desafio: “aliar autoridade e liberdade”, encontrar o ponto de união entre a
Lei e o Desejo, numa palavra: unir os contrários. Estes últimos são idênticos
às polaridades eléctricas, os quais apenas produzem energia juntos. O erro
existencial consiste sempre a querer ter um sem o outro. Sendo ambos necessários,
acontecerá sempre um momento onde a polaridade negligenciada reclamará os seus
direitos. Se, por exemplo, eu tomei o hábito de me forçar e agir debaixo de
tensão, virá um tempo em que serei obrigado a relaxar-me. Então relaxar-me-ei,
mas não agirei mais. Por outro lado, a necessidade de agir incitar-me-á a ficar
tenso de novo. Ficarei preso numa oscilação perpétua entre duas polaridades
(acção tensa e descontracção inerte) enquanto não empreender a subida do meu
nível de consciência para viver as duas polaridades: por debaixo da oposição
entre tensão e relaxamento encontra-se a verdadeira integração da acção
relaxada, onde descubro que posso agir estando relaxado, movido não mais pela
tensão em direcção a um resultado mas pela energia tranquila que toma conta de
mim quando me liberto da minha preocupação com o resultado.Ordem e Justiça; Liberdade e Legalidade; Pensar e Sentir; Fidelidade e Liberdade Sexual; Actividade e Passividade; Organização e Espontaneidade… A vida está feita de pares de contrários que aspiram a realizar em nós a sua unidade. Fugindo de um erro para o seu oposto, caímos na ilusão de acreditar que é só o nosso comportamento que temos de modificar, quando somos nós que devemos mudar. Como dizia Einstein, «nenhum problema pode ser resolvido sem mudar o nível de consciência que o gerou». A existência desconfortável dos pares de contrários incita-nos a um trabalho de unidade que nos impele a crescer. (Denis Marquet)
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