sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Bode Expiatório? O meu Pai! A minha Mãe! O Professor! O Patrão! A Crise, etc...Será mesmo assim?
"O meu Pai"
O tempo ajudou-me a fazer as pazes com ele. Ele saberá? Eu creio
que ele veio ao mundo com um fardo demasiado pesado para ele carregar. E ele
não soube como desfazer-se dele. Ele deve ter morrido muito cansado! Ele não
pôde sequer amar-me. Ele não teve a força necessária. Ele não conseguiu e foi por
pouco que não me destruiu. Mas, eu estou vivo! E aprendi pelos dois. Estou
contente por isso. Eu fiz dele não o pai que ele não podia ser, mas um homem.
Porque durante muito tempo ele foi aos meus olhos toda a espécie de monstros,
mas não certamente um ser humano. Na realidade, ele foi sobretudo um bode
expiatório. Não importa o qual: aquele simplesmente que nós culpamos de todos
os males, e que expulsamos à pedrada para fora da aldeia gritando-lhe pelas
costas que tudo o que corre mal é por culpa dele, tudo, as nossas misérias, as
nossas cobardias, o nosso medo de morrer, o frio, a chuva, as nossas borbulhas
e as crises de fígado. E ele vai-se embora, o pobre animal, debaixo da chuva de
pedras e dos insultos. Mas os nossos males regressam, ainda com mais veemência.
E precisamos então de encontrar outro bode expiatório. Eu conheço até algumas
pessoas que passam toda a sua vida a consumir bodes expiatórios, manadas de
bodes expiatórios, hostes, nações de bodes expiatórios. O meu pai foi durante
muito tempo um bode expiatório. Eu transformei-o num homem. Levei algum tempo,
mas consegui. Digam lá, não é a mais bela das feitiçarias?
(Les sete plumes de l´aigle - henry Gougard)
Na PNL existem algumas técnicas para facilitar e acelerar o processo de integração destes aspetos essenciais da nossa vida.
Venha investigar como a PNL lida com isto no mini workshop (entrada livre) de PNL na Biblioteca Municipal de Leiria o próximo sábado das 16h às 19h30.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
As opiniões sobre o mundo são a verdade? com música de Wim Mertens "Iris"
"Qualquer opinião sobre o mundo
é apenas um ato de criação autobiográfico!"
Será assim?
Se for importante para si averiguar como funcionamos em relação ao mundo venha investigar no mini workshop (entrada livre) de PNL na Biblioteca Municipal de Leiria o próximo sábado das 16h às 19h30.
António Vieira
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
É sempre o outro que é egoísta, insensível, obcecado, o culpado...
É sempre o outro que é egoísta, insensível, obcecado, o culpado.
...Em tempos de guerra os soldados do inimigo roubaram os nossos bens, mataram os nossos familiares e amigos violaram as nossas mulheres. Os nossos soldados protegeram os bens, respeitaram os idosos, as crianças e as mulheres do país inimigo...
Será assim?
Se quiser saber porque é que reagimos assim venha investigar no mini workshop (entrada livre) de PNL na Biblioteca Municipal de Leiria o próximo sábado das 16h às 19h30.
António Vieira
244 04 2010 / 91 788 70 86
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Quando a pressão é demasiada...o que pode ser Bom fazer? Com música de Jimmy Owens Caravan.
Quando a pressão é demasiada,
tomo o meu tempo para parar e olho
à minha volta para todas as formas que se
unem para constituir o mundo.
Cada coisa é a chave de uma outra realidade:
o pássaro, a árvore, a flor, o vento,
a estrela ou o cometa que acaba de cair do céu.
Ray Lema
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Calendário Formação PNL Fevereiro/Março 2013
O que é a PNL?
Não é uma terapia!
Podemos afirmar que a PNL não é terapia. Tem a ver com educação. Ensina as pessoas a dirigir seus próprios cérebros e consequentemente as suas vidas. E isso é o que Richard Bandler, um dos criadores da PNL, continua a dizer:
“A PNL é um método educativo para ensinar as pessoas a gerir os seus próprios cérebros de modo que elas não precisem que outros o façam por elas!”
R. Bandler
A Programação Neurolinguística (PNL) é uma metodologia simples que inclui uma série de ferramentas através das quais poderá aprender a realizar os seus objectivos de forma mais fácil. A PNL estuda a estrutura da experiência subjectiva, como o cérebro e a mente funcionam, como criamos o pensamento, a emoção e a comunicação connosco e com os outros. Desenvolveu-se a partir dos anos 70. Os seus fundadores são Richard Bandler (então estudante de Matemática e Informática e mais tarde de psicologia) e John Grinder (professor de linguística). É uma ciência prática de carácter informal que continua mais do que nunca a evoluir e a motivar o crescimento humano.
Estuda-se essencialmente a estrutura e os processos dos nossos padrões mentais. São constantemente modeladas e desenvolvidas novas técnicas para transformar os padrões mentais não funcionais. Essas técnicas são colocadas ao nosso alcance de maneira simples e de tal modo que todos nós possamos aceder a estratégias mentais que se ajustem à realização dos nossos objetivos.
A PNL estuda o comportamento de pessoas de sucesso em qualquer contexto. É uma investigação à procura de estratégias de sucesso em todas as áreas - em PNL chamamos a isso “Modelagem”.
As questões que deram origem à Modelagem:
O que é que torna as pessoas excelentes numa determinada área?
Qual é a diferença que faz a diferença?
"Seja lá o que for que quer fazer, ou sonha que pode, comece. A ousadia tem génio, poder e magia dentro de si. Comece agora.” Goethe
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
SENSATEZ: Evite ser destruído pelo conhecimento e pelo poder. Use o bom senso para sobreviver. com música de David Bowie - Cat People (Putting Out Fire)
SENSATEZ
Evite ser destruído pelo conhecimento e pelo poder.
Use o bom senso para sobreviver.
Conta-se que havia quatro homens instruídos e talentosos. Um dia, eles disseram a si mesmos: "De que vale toda a nossa sabedoria se não procurarmos emprego junto a um grande rei?" Dito isso, dirigiram-se à capital.
Entre esses quatro homens, três eram particularmente brilhantes. O quarto era visivelmente inferior intelectualmente, no entanto, era o mais sensato.
No caminho encontraram o esqueleto de um leão. "Vamos fazer este leão regressar à vida", propôs o primeiro. "Sim, isso traz-nos muita fama", concordaram o segundo e o terceiro. O quarto homem disse: "Se vocês ressuscitarem este leão, ele vai atacar-nos e devorar-nos."
"Não interrompas!", exclamou o primeiro, que acabava de usar o seu conhecimento superior para colocar carne nos ossos. A seguir, o segundo introduziu sangue, e o terceiro estava quase a inspirar o alento de vida no leão.
"Devíamos pensar na segurança", disse o quarto.
"Silêncio!", disse o terceiro, desde as profundezas do seu trabalho.
"Bem, então, eu vou subir e sentar-me nesta árvore", disse o quarto.
"Só por precaução."
O leão voltou à vida e matou os três sábios. O único que sobreviveu foi o homem que tinha bom senso.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
A energia da raiva/cólera e como utilizá-la em pró dos relacionamentos 3 /3 ...com música de Neil Young "By the river"
A energia da raiva/cólera e como utilizá-la em pró dos relacionamentos 3/3
Então, como tirar benefícios da raiva sem partir tudo nem se sentir culpado ou mau? (Sim, porque na maioria das vezes descarregamo-la sobre os nossos filhos ou no cão.)
Aprender a geri-la, quer dizer a beneficiar da sua energia enquanto pronunciamos palavras que respeitam e mantêm a relação:
· Focalizar-se sobre as ações objetivas, evitando as etiquetas ou o cinismo. Em vez de «Tu és um inútil!» escolher: «Já lá vão três domingos em que não fazes os trabalhos de casa!»
· Referir-se sempre às suas necessidades ou à sua posição legítima: «Eu sou responsável por ti, e fico inquieto por ver que te colocas em situações onde sei que vais sofrer!»
· Propor um compromisso: «Podemos encontrar juntos uma maneira de evitar que esta situação se repita, e na qual tu possas comprometer-te?»
· O extremo, manifestando com todo o seu corpo e a sua voz que qualquer coisa muito importante está em jogo: subir o tom de voz, arregalar bem os olhos, colocar os ombros para a frente, e até colocar a face bem vermelha se achar que vale a pena.
· A raiva é poderosa, perigosa ou salvadora. Para se ser inteiramente humano, é preciso aprender a dominá-la.
David Servan-Schreiber, neuro-psiquiatra
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
A energia da raiva/cólera e como utilizá-la em pró dos relacionamentos 2 /3 ...com música de George Winston Longing Love"
A energia da raiva/cólera e como utilizá-la em pró dos relacionamentos 2 /3 por David Servan-Schereiber
2/3) Não é por acaso que a raiva é muitas vezes atribuída às pessoas mais poderosas. Átila teve acessos de raiva legendários. Mais perto de nós, o ex-presidente americano Bill Clinton e Nicolas Sarkozy cometeram excessos do mesmo tipo. Eles puderam permitir-se manifestar a sua cólera porque sabiam que os seus colaboradores não os abandonariam por isso. São situações constrangedoras. De facto, nas nossas próprias vidas – comuns a qualquer mortal -, escolhemos frequentemente envenenar-nos com a energia da raiva e depois expressá-la com aqueles que pensamos que não nos podem abandonar: os nossos parceiros, os nossos filhos, pais e amigos por exemplo. Permitimo-nos usar palavras que jamais ousaríamos empregar com outras pessoas: «Já não suporto a tua preguiça. És um inútil!» No entanto, a cólera é importante. Um grupo de macacos não consegue sobreviver se, de vez em quando, um deles não é colocado no seu lugar porque roubou ou feriu um dos seus congéneres. A raiva também é altamente regularizadora.
(continua amanhã...3/3)
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domingo, 3 de fevereiro de 2013
A energia da raiva/cólera e como utilizá-la em pró dos relacionamentos 1/3 ...com música de George Winston "Winter Into Spring"
A energia da raiva/cólera 1/3(de David Servan-Schreiber)
Um antigo conselheiro do ex-presidente americano George W. Bush lembra-se: «Um sábado de manhã, recebo uma chamada urgente do gabinete do presidente e dizem-me que ele está furioso com qualquer coisa. Eu dirijo-me lá apressadamente, em camisa e com o colarinho abotoado, e o presidente grita-me durante quinze minutos…sem me deixar passar a soleira da porta, porque eu não levava gravata.»
Qual pode ser o efeito desta raiva?
Para este conselheiro, é certamente o de se sentir bem pequeno e de não se esquecer de colocar a gravata para a próxima vez. E Para o Bush? De assegurar-se de que no futuro, ele não lhe falte ao respeito. Mas sem dúvida outro aspeto importante – manter-se na sua posição mais alta, mais forte e mais poderosa.
As emoções são energias que nos colocam em movimento.
Cada uma delas dispara reações fisiológicas que nos preparam a um certo tipo de ação. O medo prepara-nos para enfrentar ou fugir, a depressão à conservação da energia. A alegria a acolher o outro, etc. E de todas as emoções a raiva é uma das mais energizantes. Ela convida-nos à defesa do nosso território e dos nossos seres queridos e de tudo o que é valioso para nós. É uma energia que nos pode dar força e que afirma o nosso valor. Mas se permitirmos que ela inflacione o ego, tem tendência a colocar em perigo as relações. Às vezes são precisos anos para reparar as consequências de uma zanga com um amigo. E com um desconhecido, podemos acabar em violência física até ir alguém ferido para o hospital.
(continua amanhã...2/3)
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sábado, 2 de fevereiro de 2013
Os Sete Sábios Sete sábios, cada um de uma religião, discutiam qual deles conhecia, realmente, a verdade. ..com música de William Ackerman "Barbara´s song"
Os Sete Sábios
Sete sábios, cada um de uma religião, discutiam qual deles conhecia, realmente, a verdade. Um rei muito sábio que observava a discussão aproximou-se e perguntou:
- O que é que vocês estão a discutir?
- Estamos a tentar descobrir qual de nós é dono da verdade.
Ao escutar isso, o rei, pediu imediatamente a um dos seus servos que fosse buscar sete cegos e um elefante e os trouxesse até ao seu castelo. Quando os cegos e o elefante chegaram ao palácio, o rei mandou chamar os sete sábios e pediu-lhes que observassem em silêncio o que aconteceria a seguir.
O rei pediu aos cegos que tocassem o elefante e o descrevessem, um de cada vez.
O primeiro cego tocou a tromba do elefante e disse:
- É comprido, parece uma serpente.
O segundo tocou-o no dente de marfim e disse:
- É duro, parece uma pedra.
O terceiro segurou-lhe o rabo e disse:
- É cheio de cordinhas.
O quarto pegou na orelha e disse:
- Parece um couro bem grosso.
E assim, sucessivamente, cada cego descreveu o elefante de acordo com a parte que tocava.
Quando todos terminaram de descrever o animal, o rei perguntou aos sete sábios:
Sete sábios, cada um de uma religião, discutiam qual deles conhecia, realmente, a verdade. Um rei muito sábio que observava a discussão aproximou-se e perguntou:
- O que é que vocês estão a discutir?
- Estamos a tentar descobrir qual de nós é dono da verdade.
Ao escutar isso, o rei, pediu imediatamente a um dos seus servos que fosse buscar sete cegos e um elefante e os trouxesse até ao seu castelo. Quando os cegos e o elefante chegaram ao palácio, o rei mandou chamar os sete sábios e pediu-lhes que observassem em silêncio o que aconteceria a seguir.
O rei pediu aos cegos que tocassem o elefante e o descrevessem, um de cada vez.
O primeiro cego tocou a tromba do elefante e disse:
- É comprido, parece uma serpente.
O segundo tocou-o no dente de marfim e disse:
- É duro, parece uma pedra.
O terceiro segurou-lhe o rabo e disse:
- É cheio de cordinhas.
O quarto pegou na orelha e disse:
- Parece um couro bem grosso.
E assim, sucessivamente, cada cego descreveu o elefante de acordo com a parte que tocava.
Quando todos terminaram de descrever o animal, o rei perguntou aos sete sábios:
- Algum desses cegos mentiu?
- Não! - Responderam os sábios ao mesmo tempo – Todos falaram a verdade.
Então, o rei perguntou:
- Mas algum deles disse realmente o que é um elefante?
- Não, nenhum cego disse o que é um elefante, porque cada um tocou apenas uma parte animal - disse um dos sábios.
- Vocês, sábios, que estão a discutir quem é dono da verdade, parecem cegos. Todos estão a dizer a verdade, mas, como os sete cegos, cada um se refere apenas a uma parte dela – disse o sábio rei, - Ninguém é dono da verdade, porque ninguém a detém por inteiro. Somos donos apenas de parte da verdade.
- Não! - Responderam os sábios ao mesmo tempo – Todos falaram a verdade.
Então, o rei perguntou:
- Mas algum deles disse realmente o que é um elefante?
- Não, nenhum cego disse o que é um elefante, porque cada um tocou apenas uma parte animal - disse um dos sábios.
- Vocês, sábios, que estão a discutir quem é dono da verdade, parecem cegos. Todos estão a dizer a verdade, mas, como os sete cegos, cada um se refere apenas a uma parte dela – disse o sábio rei, - Ninguém é dono da verdade, porque ninguém a detém por inteiro. Somos donos apenas de parte da verdade.
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