quinta-feira, 11 de abril de 2013

Ora aí está algo a escutar para ativar dentro de nós..."The silence of a candle" "Clique aqui"

Ora aí está algo a escutar para ativar dentro de nós, pelo menos durante uns minutos, aquilo que todos conhecemos intuitivamente: a linguagem para além da linguagem, onde o sentimento, sem idiomas, pode ser compartilhado e compreendido por todos...Bem Hajam, António Vieira


terça-feira, 9 de abril de 2013

É REAL A REALIDADE?

É REAL A REALIDADE?

Não sabemos e provavelmente nunca saberemos o que é a «realidade», e não podemos aceder a ela senão através da linguagem, graças à qual construímos uma realidade (um mapa).

«Não habitamos um país, habitamos uma língua. E a língua é a nossa morada, mas também a nossa prisão, as palavras formam à nossa volta um muro que nos aprisiona. Ora, neste muro há três brechas (portas): A Arte, a Fé e a Loucura.» -Cioran 
Estes caminhos aparentemente distintos têm, talvez, o mesmo propósito: A libertação espiritual! E se calhar o cruzamento entre estes três aspetos tem sido o cerne da(s) nossa(s) vida(s). Se calhar.               António Vieira
                                                                                                                                        

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Ouça , ouça mesmo com muita atenção...Música de Antony and the Johnsons Clique aqui



Ouça, ouça mesmo com muita atenção e deixe que o sentimento se abra e o transforme pouco a pouco e delicadamente...Reconheça assim os seus aspetos mais subtis e viva mais a sua...chame-lhe o que quiser e encante-se...



Nem todas as correntes de pensamento são benéficas sempre, nem boas para todos.

Nem todas as correntes de pensamento são benéficas sempre, nem boas para todos. Mastigue tudo muito bem antes de engolir e evite assim a indigestao por excesso. As propostas são muitas, valioso só o que pode aplicar na sua vida. Há momentos para dormir/sonhar apenas com um propósito: DESPERTAR...Os patos tampouco nadam em todas as águas, aguardam e usam as mais propícias.                  António Vieira

domingo, 7 de abril de 2013

E porque não?

E porque não?
Quando apreciamos alguém temos a tendência de imitar os seus gestos, as suas palavras e até os seus sonhos...Grandes mudanças estão a acontecer, no entanto preserve ou procure a integração dos dois aspetos...:)))

sábado, 6 de abril de 2013

A nossa vida quotidiana é na maioria das vezes uma projeção subtil e/ou violenta do conjunto dos nossos desejos e dos nossos medos sobre aqueles que amamos.

A nossa vida quotidiana é na maioria das vezes uma projeção subtil e/ou violenta do conjunto dos nossos desejos e dos nossos medos sobre aqueles que amamos. Quando amamos alguém,(marido, mulher, namorado(a) filhos etc.) queremos que ele ou ela sejam e se manifestem segundo as nossas expetativas, tornando-nos carcereiros da suposta liberdade de ser e defensores do que imaginamos ser única e verdadeira maneira de amar: A nossa!

António Vieira  

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Soltar o sofrimento exige coragem...

"Soltar o sofrimento exige coragem. No entanto, é o primeiro passo para a mudança. Ousar abrir mão de todos os "benefícios" que obtemos através do sofrimento porque é através deles que alimentamos a tristeza, a doença e até a necessidade exagerada de atenção."

António Vieira

«Mini workshop de PNL para Pais e Encarregados de educação» 

JÁ NO PRÓXIMO SÁBADO 6 de Abril das 16h00 às19h30 (Entrada Livre!) Na Biblioteca Municipal de Leiria

O formador: António Vieira, natural de Fátima e a residir em Leiria, é Master Practitioner 
e Trainer em Programação Neurolinguística, consultor em Panorama Social Mental, Coach com PNL, instrutor de Aikido e Tai-Chi Qi Gong. 

Mais informações: www.ippnl2.blogspot.com | ippnl.pt@gmail.com 
Mais informações: 244 04 2010 / 91 788 70 86

ippnl.pt@gmail.com

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www.facebook.com/IPPNL.PORTUGAL 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

“Somos subdesenvolvidos no modo como nos relacionamos e esta dificuldade também se aprendeu...

“Somos subdesenvolvidos no modo como nos relacionamos e esta dificuldade também se aprendeu. E se a aprendemos quando éramos crianças, isso também quer dizer que podemos reaprender a fazer muito melhor agora que somos adultos.” 


É importante aprender a comunicar desde a mais tenra idade. 
A escola ensina as crianças a expressarem-se, a socializar, a ler e escrever. Estas funções são indispensáveis, mas não o suficiente para alimentar uma relação autêntica. Uma relação autêntica tem que ver com perguntar, pedir, dar, receber e recusar. Isto não é bem o que se pode aprender em sala de aula. É evidente que tudo isto está de certo modo implícito na educação escolar sendo, no entanto, muito dependente do interesse e desempenho de cada professor. Torna-se importante aprender formas que permitam a dois seres autónomos dialogar, expressando toda a sua individualidade apoiada pelos valores de cada um sem acusações ou represálias. Comunicação não é apenas socialização. Alguns professores promovem o sentido de relacionamento incentivando o aluno a participar num rol de atividades. Isto pode ser uma ilusão pedagógica. Em primeiro lugar, como é o relacionamento do próprio professor com o aluno? Quais são as expetativas que ele tem do que é uma boa maneira de relacionar-se? 

O que é que nós desejamos transmitir aos nossos filhos e alunos? Autonomia. 

Na aprendizagem relacional, são suficientes algumas ferramentas, sobretudo para distinguir o ser (identidade) dos comportamentos e os pensamentos das palavras. 

As crianças, como os adultos têm recursos surpreendentes. Para constatar isto, apenas precisamos de permitir-lhes que os explorem e coloquem em prática. Fazemos isto assegurando-lhes que nós temos confiança na sua própria capacidade de resolver os problemas. E assim ajudamo-los a metamorfosear-se para a fase seguinte das suas vidas conduzindo-os para uma maior autonomia que é no fundo o que todos queremos dos nossos filhos e alunos. 

Contudo é importante que professores e pais assumam o seu lugar. Ambos usam pedagogia, cada um no seu contexto, mas não são terapeutas. A diferença deve estar bem clara. Um professor pode, por exemplo, dizer a uma criança: 

- «Nós, professores, não estamos aqui para resolver os teus problemas, Fernando»; 

- «Nem para solucionar o facto de o teu pai ser alcoólico, Margarida»; 

- «Ou que a tua mãe goste mais do teu irmão do que de ti»; 

- «Nós estamos aqui para te propor uma outra maneira de comunicar, que fará com que tu possas vivenciar este problema de outra maneira. Como relacionar-te com os outros de modo diferente, de maneira mais responsável e autónoma, este é o objetivo». 

Podemos afirmar que, atualmente, alguns pais jovens sofrem de analfabetismo relacional, quando confundem as necessidades dos seus filhos com os seus desejos. E um dever de um pai ou de uma mãe é o de satisfazer as necessidades dos seus filhos, não os seus desejos. 

- Mãe, Pai, preciso de uns ténis novos! 

- Já? Bom toma lá quarenta euros e vai comprar uns novos à Decathlon. 

- Quarenta euros? Estás a gozar, eu quero uns Nike! – Aí, meu querido, entramos no terreno do teu desejo, e eu não estou obrigado a pactuar com isso. Os Nike custam três vezes mais caro. Eu não quero nem posso pagar essa quantidade e pergunto-me onde é que vais conseguir a diferença… 

Se a maioria dos pais tivessem sido educados através deste discernimento haveria muito menos violência em casa e nas escolas. Mas algumas crianças gritam mais alto: «Tu queres que eu pareça um saloio! Toda a gente tem uns Nike. E é assim que a maioria dos pais cedem. E até, quando um dos pais diz que não, o outro pensa “coitadinho”, e aí a lição sobre necessidade e desejo fica mais uma vez indefinida e adiada. 

Os nossos filhos não são anjos. Eles tentam dar a volta ao sistema para colocar as coisas a seu favor. Se nos posicionarmos claramente e com firmeza - «Eu esperava mais de ti. É a minha deceção. Não temas, eu não te confundo com a minha deceção. Eu vou prestar atenção a isto, que é meu.» E assim, desde esta perspetiva, colocamo-nos numa relação muito mais benéfica e criativa do que quando lhe gritamos ou o obrigamos a fazer as coisas. Seguramente já pudemos constatar que as crianças são abertas a tudo. Têm imensa curiosidade. E muitas vezes os pais e a própria escola saboteiam esses atributos através do excesso de normas ou até brutalidade. Uma boa maneira de olhar para a função da escola seria também a de um lugar de aprendizagem para futuros cidadãos e futuros pais. E então, o ambiente escolar será uma excelente oportunidade para resolver também o analfabetismo relacional. 

António Vieira                   (Texto inspirado no trabalho de Jacques Salomé)



«Mini workshop de PNL para Pais e Encarregados de educação» 

JÁ NO PRÓXIMO SÁBADO 6 de Abril das 16h00 às19h30 (Entrada Livre!) Na Biblioteca Municipal de Leiria

O formador: António Vieira, natural de Fátima e a residir em Leiria, é Master Practitioner 
e Trainer em Programação Neurolinguística, consultor em Panorama Social Mental, Coach com PNL, instrutor de Aikido e Tai-Chi Qi Gong. 

Mais informações: www.ippnl2.blogspot.com | ippnl.pt@gmail.com 
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terça-feira, 2 de abril de 2013

“Um dos maiores desconfortos dos Pais é descobrir que os seus filhos têm dificuldades na escola.” «Mini workshop de PNL para Pais e Encarregados de educação» JÁ NO PRÓXIMO SÁBADO 6 de Abril das 16h00 às19h30 (Entrada Livre!) Na Biblioteca Municipal de Leiria

“Um dos maiores desconfortos dos Pais é descobrir que os seus filhos têm dificuldades na escola.” 


«Mini workshop de PNL para Pais e Encarregados de educação» 

JÁ NO PRÓXIMO SÁBADO 6 de Abril das 16h00 às19h30 (Entrada Livre!) Na Biblioteca Municipal de Leiria

O formador: António Vieira, natural de Fátima e a residir em Leiria, é Master Practitioner
e Trainer em Programação Neurolinguística, consultor em Panorama Social Mental, Coach com PNL, instrutor de Aikido e Tai-Chi Qi Gong. 

Mais informações: www.ippnl2.blogspot.com | ippnl.pt@gmail.com
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Como mudar crenças/convicções com a PNL? “Se acredita que pode, tem razão. Se acredita que não pode também tem razão.”

Como mudar crenças/convicções com a PNL 


“Se acredita que pode, tem razão. 
Se acredita que não pode também tem razão.” 

Claro que, se estas duas crenças forem comuns ao mesmo objetivo, a escolha de uma ou outra conduzirá seguramente a destinos bem diferentes. 
Crenças, uma força poderosa por detrás do nosso comportamento... 
Se alguém acredita que pode fazer uma coisa, assim será. E se crê que é impossível realizá-la, assim será. E provavelmente, nenhum esforço poderá convencê-la de que se pode realizar. 

Exemplos de crenças limitadoras: 

“Já é demasiado tarde.” 

“De todos os modos não posso fazer nada.” 

“Só me poderia ter acontecido a mim.” 

Este tipo de crenças pode frequentemente limitar o aproveitamento integral de recursos naturais da pessoa e também das suas competências conscientes e inconscientes. As crenças nas nossas próprias capacidades e do que é possível realizar no mundo que nos rodeia afeta profundamente a nossa eficácia quotidiana. Todos possuímos crenças que nos apoiam na realização do que é importante para nós e também crenças que nos limitam. 

A maioria das pessoas e até os profissionais da saúde reconhecem que as crenças podem afetar a sua saúde, direta ou indiretamente. 
Podemos identificar facilmente as crenças negativas que provocam desequilíbrios relacionados com a nossa saúde, como o abuso de drogas ou álcool, o cansaço prolongado, o sistema imunitário debilitado e o stress. No entanto, o que é que podemos fazer para substituir as crenças negativas por crenças que facilitem e melhorem a nossa saúde?
Atualmente a maioria dos profissionais de saúde reconhecem que a atitude do paciente e do próprio profissional de saúde (não apenas as competências técnicas) são um fator muito importante, que contribui de maneira evidente para o sucesso da recuperação do paciente. No entanto, ainda existem poucos métodos claros e confiáveis que permitam ajudar o doente a superar o seu medo ou a sua passividade e conseguir assim uma “atitude positiva” e congruente. 

PLACEBOS 

Ao longo da história da investigação médica, os placebos demonstraram ser tão poderosos como muitos medicamentos. No entanto, a origem e a eficácia concreta do seu poder continua a ser um mistério. Muitos investigadores acreditam que um “efeito placebo contrário” pode inclusivamente adoecer algumas pessoas. Será possível explorar e canalizar diretamente esse poder para ter sucesso na recuperação? 

As crenças que as outras pessoas possam ter sobre nós também podem afetar-nos? 

Exemplo numa escola: um grupo de alunos fez um teste de inteligência e demonstraram uma inteligência normal. Estes alunos foram repartidos à sorte duas turmas. Entregaram uma das turmas a um professor e foi-lhe dito que os seus alunos eram “sobredotados” e ao outro professor da outra turma disseram-lhe que os seus alunos tinham “dificuldades de aprendizagem”. No final do ano lectivo fizeram novamente um teste de inteligência às duas turmas e puderam constatar que a turma dos “alunos sobredotados” teve uma pontuação mais alta em comparação com o teste anterior e a segunda turma de “alunos com dificuldades” teve uma pontuação mais baixa. 

Conclusão: as crenças dos professores sobre os seus alunos afetam a aprendizagem e os resultados dos alunos. 

As nossas crenças podem influenciar e inclusivamente determinar o nosso grau de inteligência, a nossa saúde, a nossa criatividade, a maneira como nos relacionamos, e inclusivamente o grau de felicidade e de realização pessoal. 

Mas, se na verdade as crenças são uma força tão poderosa nas nossas vidas, será possível controlá-las para que não nos controlem elas a nós? 

Foi na nossa infância que muitas das nossas crenças nos foram implantadas pelos nossos pais (algumas provavelmente ainda no útero materno), pelos nossos professores, pelo ambiente social e até pelos meios de comunicação, muito antes mesmo de que nos déssemos conta dos seus efeitos ou de que as pudéssemos escolher. 

A Natureza das Crenças 

As crenças são diferentes das estratégias e das capacidades. São diferentes das conductas e comportamentos e têm que ver, sobretudo com generalizações sobre as causas, os significados, os valores e as limitações. 

Estão a um nível diferente do comportamento. 

Discutir sobre o comportamento não mudará necessariamente a crença que está por detrás, pois a crença e o comportamento encontram-se em níveis diferentes. 

O que dá valor e força às crenças sobre as capacidades não é o facto de serem uma imagem, um som ou um sentimento (sensação), senão o facto de ser uma molécula composta de relações, uma sinestesia de imagens, sons e sentimentos. 

Será possível reestruturar, desaprender ou mudar crenças antigas que nos limitam e instalar no seu lugar novas crenças capazes de aumentar o nosso potencial muito mais além do que imaginamos atualmente? E se a resposta for sim, como é que se pode fazer isso? 

A Programação Neurolinguística (PNL) proporciona-nos um poderoso e atrativo modelo mental e ao mesmo tempo um conjunto de ferramentas que nos permitem aceder a alguns dos mecanismos ocultos das crenças. 

Através do uso da metodologia da Programação Neurolinguística, as crenças e os elementos físicos e neurolinguísticos que as influenciam podem ser explorados e otimizados de um modo prático e total. Quando através do Coaching com PNL trabalhamos ao nível das crenças influenciamos com toda a segurança as nossas capacidades e os nossos comportamentos. Isto é um fator determinante para tornar os objetivos mais fáceis de alcançar e assegurar o seu sucesso.
(Este artigo foi inspirado no trabalho e investigação de R. Dilts)
Coaching com PNL: António Vieira 244 04 2010 / 91 788 70 86 ippnl.pt@gmail.com

sexta-feira, 29 de março de 2013

SUCESSO! Que chavão!

SUCESSO!

Que chavão! 

A melhor casa, o melhor emprego, o melhor carro, a mulher ou o homem mais bonito, os filhos mais perfeitos, a conta bancária mais recheada, etc.? Será apenas isto o que nos move? 
Imagine por um momento que já tem isto tudo, e pergunte-se: Será apenas isto o que me move? E agora que já tenho tudo o que pensava que desejava, o que é que pode ser ainda mais importante para mim? E deixe-se espantar pelo que pode surgir como um real desejo profundo. E já agora, porque não incluir o seu desejo mais profundo como o principal agente motivador e orientar as suas escolhas com base neste critério. 
O que pode acontecer quando se limitar a realizar o que tem a ver com os aspetos mais básicos de sobrevivência é falhar o alvo daquilo que é o verdadeiro propósito da sua vida aqui. Hierarquize os seus desejos, descobrindo quais são os seus valores essenciais. 
Em poucas sessões, podemos descobrir os valores que orientam a nossa vida e lhe dão significado, utilizando algumas ferramentas simples da PNL (Programação Neurolinguística).
Uma Santa Páscoa!                                    
                                                                                                                           António Vieira

Coaching com PNL: António Vieira 244 04 2010 / 91 788 70 86 ippnl.pt@gmail.com