terça-feira, 6 de agosto de 2013

PNL António Vieira: E o que poderíamos melhorar e poupar na nossa vida, se antes de agir, pudéssemos experimentar mentalmente, os resultados das nossas ações e a ecologia dos nossos objetivos?


PNL António Vieira: «Sim, há uma sensação bem desconfortável que fica, quando me apercebo que agi compulsivamente, sem razão e sem prazer.»

SÓ PARA MORTAIS (8/15): Saibamos reconhecer e agradecer a quem nos precede!

A necessidade de uma «função de encerramento» pode tomar formas que escapam mesmo aos grandes especialistas em gestão de grandes empresas. Meryem Lesaget, autor do livro Administrador intuitivo e coach de várias das maiores empresas do mundo, e descrito como um dos dez mais influentes consultores americanos em desenvolvimento pessoal, ensina que nós não nunca passamos de um sistema para outro de um só golpe. Toda a transição, para uma empresa assim como para uma pessoa, faz-se em três fases:

Primeiro temos o final do modelo esgotado do qual é preciso desenganchar-se conscientemente e fazer o luto – senão, o fantasma do modelo antigo poderá cair sobre nós, às vezes, durante anos. A seguir, entramos na fase dois, um espaço intermédio e cheio de turbulências, que pode ser um tempo de criatividade, ou assemelhar-se a uma travessia no deserto para aquele que teme o desconhecido. O novo modelo, esse, só emergirá de todos os modos na fase três, após o enterro do velho modelo. Aquilo que também chamou a atenção de Meryem Lesaget é que mesmo entre os administradores chamados “progressistas” que, face às diferentes crises planetárias, procuram na atualidade novos modelos, muito poucos tomaram realmente consciência que o modelo antigo nos atira VERDADEIRAMENTE contra o muro. Eles continuam com o hábito de pensar no novo mas sem romper com o antigo. Deixam esta tarefa crucial inacabada. Na verdade, é um desperdício. É por isso que podemos dizer que o novo capitalismo ainda está por inventar. E isto que é dito aqui, vale tanto para uma organização ou empresa como para um indivíduo. Por exemplo, identificamo-nos facilmente com a ideia de sermos ecologistas, mas não nos atrevemos verdadeiramente a romper com o estilo de vida consumista de largos anos de esbanjamento, e assim, claro, não pode haver uma mudança real.

Huguette Guermonprez, uma outra coach fala sobre coisas similares, mas colocando-se esta vez do lado dos assalariados. Ela passa a sua vida a aconselhar empresas onde, sob a pressão da crise, na renovação permanente das equipas, os novos dirigentes lançam continuamente novos projetos, muitas vezes sem se preocuparem em saber em que fase estão os projetos ou as obras em construção daqueles que os precederam.
Nos projetos abortados em obras inacabadas, os intervenientes acabam por se desmotivar e têm mais dificuldade em participar ativamente na mudança. É como se a partir de aqui passassem a existir na mesma empresa duas forças significativas na mesma direção, mas em sentidos opostos. Ambos querem abraçar o novo mas continua a existir a necessidade de fechar o círculo antigo.
(continua amanhã...)
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

SÓ PARA MORTAIS (7/15):É mais fácil iniciar um trabalho do que acabá-lo.

Frente às nossas tarefas profissionais, imaginamos muitas vezes que o importante é «meter mãos à obra», com coragem e determinação, e o resto é suposto acontecer de forma automática. Geralmente, não nos ensinaram a importância essencial do «fecho» de uma situação, uma condição imprescindível para poder passar realmente a fazer outra coisa e assim evoluir.
(continua...)
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domingo, 4 de agosto de 2013

SÓ PARA MORTAIS (6/15): Como distinguir entre as renúncias que têm que ser feitas e as tarefas ou assuntos a finalizar com urgência? Perante todas as nossas situações, como fazer a triagem?

Isso trabalha-se, não acham? O ser humano é muito particular, e a sua caraterística mais marcante é que ele nasce prematuro, meio-terminado, um bebé muito mais inacabado que todos os seus primos animais, o que o torna permeável à cultura, e então à consciência. Esta, leva-o automaticamente a autoconstruir-se de mil maneiras, mas quando morre, ou mesmo centenário, ele continua inacabado. Este estado ou condição pode angustiar-nos nos períodos de alguma fragilidade ou de dúvida, mas se considerarmos bem, trata-se de uma condição de júbilo. A incompletude é a nossa marca, eis aqui talvez a coisa mais extraordinária que nos ensinou a modernidade! Somos uma obra em eterna realização e cada um de nós pode assumir-se como criador de si próprio, logo da humanidade, sabendo que ninguém jamais poderá colocar um “final cut” neste filme incrível…
Mas de repente, um mal-entendido instala-se…
Entre todas as minhas irrealizações pessoais, como escolher entre, as minhas quimeras fantasiosas, os meus fantasmas grandiosos, ou as minhas ideias fixas obsessivas, que a sabedoria me convidará preferivelmente a abandonar com algum humor e por outro lado, os sinais de alarme que, pelo contrário deveriam despertar-me, porque é simplesmente a minha motivação pessoal que se desfia, a minha razão de ser íntima que se denigra, o meu eixo que se dissolve? Como distinguir entre as renúncias que têm que ser feitas e as tarefas ou assuntos a finalizar com urgência? «Trabalhar» sobre o quê, como é sugerido por Anne Ancelin Schützenberger? Que «negócio acabar», retomando as palavras de Elisabeth Kübler-Ross?
A esta interrogação geral, a nossa busca aportará respostas concretas em três fases, cada vez mais íntimas:
· A primeira fase tem que ver com o trabalho propriamente dito, a vida profissional e a nossa maneira de agir.
· A segunda abarca toda a nossa vida quotidiana e o modo como as nossas neuroses de situações inacabadas podem metamorfosear-se em motores de evolução.
· A terceira, por fim, nos reconduz à maior proximidade de nós próprios, ao nosso sentir, aos nossos cinco sentidos, em suma ao nosso corpo, que poderá tornar-se em definitivo, o indicador mais seguro das tarefas que contam verdadeiramente para nós e que nós teremos todo o interesse em saber concluir.
(continua...)
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sábado, 3 de agosto de 2013

SÓ PARA MORTAIS (5/15) Como é que a transmissão de uma situação ancestral inacabada pode inscrever-se no nosso corpo até ao ponto de nos fazer fisicamente mal?

Anne A. Schützenberger também se apercebeu que quando se trabalha sobre o plano transgeracional, e existe um luto não resolvido, este pode engendrar um sofrimento que pode durar muito tempo, e até transmitir-se de geração em geração. Como é que a transmissão de uma situação ancestral inacabada pode inscrever-se no nosso corpo até ao ponto de nos fazer fisicamente mal? Não sabemos, ainda que existam intuições na investigação. Aquilo que sabemos muito bem, e que já é considerado um facto científico, é que a ideia que temos acerca de uma dor ou de um acontecimento pode fazer-nos sofrer mais que o facto de viver na primeira pessoa essa experiência. Algumas investigações feitas nos USA sobre irmãos, em que um partiu para a frente da batalha e ficou ferido, enquanto o outro permanecia na sua cidade: quando foram medidos em ambos os níveis de cortisol, um indicador da dor, aquele que estava na frente de combate sofria menos no seu corpo do que aquele que tinha ficado em casa. Nas suas cartas, uma mãe escrevia à sua filha, que tinha bronquite: «Dói-me o teu peito.» Atualmente, sabemos que é a realidade. As teorias da ação explicam isto muito bem. Qualquer que sejam os nossos sofrimentos, se nós pudermos agir, mesmo prisioneiros num campo de concentração, num avião em vias de cair ou noutra situação de desastre, nós podemos dominar de algum modo a circunstância. Ao contrário, quando sofremos por outra pessoa, nós imaginamos e podemos fazer muito pouco ou nada. E isso traz sofrimento e pode traumatizar ainda mais. De uma maneira similar, o nosso sofrimento pode ser acrescido dramaticamente se formos influenciados por acontecimentos transgeracionais, isto é, pelas situações inacabadas dos nossos antepassados, sobre os quais não temos à priori nenhuma chave, pelo menos enquanto ignorarmos como isso se trabalha.
(continua...)
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

SÓ PARA MORTAIS (4/15) Existem pessoas bloqueadas toda a sua vida como consequência de um luto não resolvido de uma criança ou de outro familiar.

A investigadora russa Bluma Zeigarnick (1901 -1988) constatou a teoria da Gestalt, em 1927 em Berlin, onde ela trabalhava sob a direção de Kurt Lewin. Muito esquematicamente, Bluma Zeigarnick demonstrou que as situações resolvidas ficavam arrumadas numa caixa da cómoda da nossa memória, com a etiqueta “assunto encerrado”, permitindo-nos assim passar a outra coisa. Mas os assuntos inacabados permanecem como uma ruminação no nosso espírito durante meses, e até anos algumas vezes. Este fenómeno de ruminação, essencialmente inconsciente, foi batizado como o “efeito Zeigarnick”. Alguns psicólogos americanos tomaram este conceito nos anos 50, na universidade de Ann Harbor de Michigan, e tornou-se uma verdadeira escola de investigação. Outra investigação sobre o “efeito Zeigarnick” revelou que o luto não realizado pertence às tarefas inacabadas fundamentais. Existem pessoas bloqueadas toda a sua vida como consequência de um luto não resolvido de uma criança ou de outro familiar. Estas pessoas fazem altares à memória do desaparecido e não vivem a sua própria vida. É como se a sua vida estivesse congelada. Mas o luto não resolvido pode ter que ver também com uma relação, um amor, um país, um animal, um piano, uma vista através da janela, uma árvore, uma montanha, um braço, uma perna, um seio, um útero… Anne A. Schützenberger trabalhou com pessoas que sofriam o sintoma da dor fantasma no membro amputado. Um braço cortado pode doer ainda que não exista. Mas quando ela pedia à pessoa mutilada para fazer mentalmente alguns exercícios com o braço fantasma, movimentá-lo, esticá-lo, milagrosamente, a dor acabava por desaparecer, como se um gesto que tinha permanecido inacabado pedia para ser realizado, no espírito desta pessoa, que sofria então fisicamente o efeito Zeigarnick.
(continua...)
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Otimize os seus recursos pessoais e profissionais através da aplicação da Programação Neurolinguística em todos os contextos da sua vida (140 horas de auto-descoberta e aplicação da metodologia da PNL)


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SÓ PARA MORTAIS (3/15):"Acabemos as tarefas dos nossos antepassados"

Acabemos as tarefas dos nossos antepassados (3/15)

Anne Ancelin Schützenberger é uma pioneira em psicogenealogia, e a sua investigação levou-a a afirmar que as tarefas inacabadas dos nossos antepassados podem levar-nos a ficar doentes. E também que as nossas próprias situações inacabadas podem atingir os nossos descendentes. No entanto, é possível curar estas “maldições” tomando consciência delas e realizando as tarefas cruciais, para si e para os outros, pelo menos no plano simbólico, porque o espírito humano é alimentado tanto por símbolos como pela realidade. Anne Ancelin Schützenberger é uma exploradora científica anticonformista, uma investigadora «todo o terreno». Aos 89 anos, esta antiga aluna de Jacob Levy Moreno (o pai do psicodrama) de Françoise Dolto, de Léon Festinger, ele mesmo assistente de Kurt Lewin (o fundador da dinâmica de grupo) continua com uma beleza e frescura de espírito desconcertantes. Sabe-se que foi ela que descobriu o famoso «síndrome de aniversário», que nos pode fazer ter mau êxito, ficar doentes ou até morrer, com a mesma idade e nas mesmas circunstâncias que um parente ou antepassado que, por «lealdade invisível», (outra descoberta da mesma mulher), nós temos tendência a imitar inconscientemente, e sobretudo a não ultrapassar correndo o risco de mandar a nossa vida ao ar.
Sobre as tarefas inacabadas ela disse o seguinte: «Os nossos conhecimentos na matéria apoiam-se mais que tudo sobre a Gestalt (em alemão “a forma”), esta teoria psicológica do século XIX, que diz que o nosso espírito está de tal maneira constituído que nós temos uma necessidade absoluta que as formas se realizem. Se eu desenho uma parte de um círculo, vocês terão espontaneamente uma tendência a acabá-lo na vossa mente para que ele fique redondo e tome uma “boa forma”. É uma propensão geral do espírito humano. Outro exemplo quotidiano, se começarmos a contar uma história, sentimos necessidade de a terminar, e se alguém nos impedir de a terminar ficaremos facilmente com o final da história no nosso estômago.
(continua...)
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quarta-feira, 31 de julho de 2013

SÓ PARA MORTAIS (2/15) "Vi desfilar toda a minha vida e apercebi-me que tinha passado ao lado do que era mais importante,.."

(2/15) «Vi desfilar toda a minha vida e apercebi-me que tinha passado ao lado do que era mais importante, porque nunca tinha estado realmente atento aos pequenos detalhes de cada instante.» 

O imperativo de acabar as nossas tarefas atravessa todas as grandes tradições. Com dois polos, entre os quais nós balançamos com alguma perplexidade: cada existência humana comportaria uma missão maior que ela própria, cada um teria um «desejo essencial» que o ultrapassa, uma motivação profunda, que precisaria muitas vezes de uma vida inteira para colocá-la ao dia, debaixo de um amontoado de desejos falsos; mas por outro lado, num momento crucial, seria sobre coisas muito mais modestas que uma vida se julgaria, se dissolveria e se libertaria. De um lado, a parábola do evangelho, que gostaríamos talvez de gritar a alguns génios, desviados para realizações irrisórias ou destrutivas: «Mas, então o que é que fizeste dos teus talentos?» Do outro lado, a humildade do exame final, sintetizado nesta observação comum a muitas das pessoas que saíram transformadas de uma experiência de morte iminente: «Vi desfilar toda a minha vida e apercebi-me que tinha passado ao lado do que era mais importante, porque nunca tinha estado realmente atento aos pequenos detalhes de cada instante.» Curiosamente, permanecer atento ao momento presente, sem pensar no ontem ou no amanhã, seria a condição das realizações primordiais, a libertação de determinismos que chegam a nós de vez em quando e de muito longe e que que nos impedem de nos realizarmos. Sobre várias gerações.
(continua...)
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terça-feira, 30 de julho de 2013

SÓ PARA MORTAIS (1/15) : "Só aqueles que acreditam verdadeiramente que vão morrer se ocupam intencionalmente em resolver e acabar todas as tarefas inconclusas e significativas que foram adiando ao longo da sua vida."

Terminar as nossas tarefas inacabadas (1/15)  


Faz parte daquelas pessoas que acumulam montanhas de coisas inacabadas e situações por resolver?
A grande maioria só se sente verdadeiramente bem quando acaba as suas tarefas. Não o fazendo, As tarefas ou situações inacabadas permanecem como uma ruminação
Como se trata de acabar algo vamos começar precisamente pelo fim. No final de contas vamos encontrar-nos com a situação da mochila às costas, cheia de “chumbo”, e conseguir a melhor maneira de nos libertarmos desse peso.
Retiremos os nossos espinhos antes de dar o grande salto

Elisabeth Kübler-Ross (1926-2004) chamava a isto um «negócio inacabado». Ela foi uma pioneira dos cuidados paliativos e do acompanhamento de pessoas moribundas e apercebeu-se que esta é uma questão crucial sobre a qual se desenrolava, e se concluía toda a vida humana. Provavelmente todos conhecem a agradável sensação de nos deitarmos, depois de termos concluído todas as tarefas prioritárias da nossa agenda diária. E isto é importante que seja assim. No entanto, E. Kübler-Ross afirmava que existe algo de vital que ninguém nos pode censurar de não terminarmos. Segundo ela, o «negócio inacabado» pode cair de repente e pesadamente sobre nós. Isto pode tornar-se um imperativo existencial. Ela colocava a fasquia muito alta, mas sobre fragmentos da nossa vida ordinária, que têm que ver com todos nós. Do que é que ela falava? Falava por exemplo, desse homem, ou dessa mulher que não terminava de morrer, com todos os familiares à volta da sua cama, no meio das enfermeiras, perguntando-se a quê a esta vida, ainda se podia agarrar. Um mal-estar enorme que todos já conhecemos, ou conheceremos algum dia. Mas, por detrás da crispação intensa da pessoa moribunda e em suspensão, Elisabeth Kübler-Ross sabia como reconhecer uma «tarefa inacabada»: o homem nunca tinha perdoado verdadeiramente o seu filho – ou não lhe tinha dito que o perdoava; a mulher nunca tinha falado com o seu marido – e que este estava persuadido, no fundo, que ela não o amava; um outro nunca tinha respondido às cartas do seu antigo melhor amigo; outro, solteiro, não se tinha atrevido a compartilhar os seus bens com os sobrinhos e afilhados; outro ainda, não quis reconhecer um filho seu, produto de uma relação extraconjugal… Todos ficaram silenciosos, e agora parecia ser demasiado tarde. Mas não, não é demasiado tarde, era suficiente que algum acompanhante atento soubesse reconhecer o sofrimento dessas situações inconclusas, e ajudasse dando um pouco de si próprio para a sua resolução (Elizabeth chegou a pagar o bilhete de uma criança exilada no estrangeiro) e, como por milagre o longo calvário terminava. O dia seguinte depois de ter esvaziado o seu saco e chorado nos braços do outro, por fim, milagrosamente, ele apagava-se, deixando para trás um desgosto apaziguado.
(continua...)