sexta-feira, 16 de agosto de 2013

O que é a Programação Neurolinguística (PNL)?

A Programação Neurolinguística é uma metodologia orientada para a eficácia pessoal e profissional. Não nasceu de conceitos teóricos mas da comprovação de resultados práticos. Tem que ver com a maneira como se pensa, como se age e como se sente. A PNL é uma ciência da modelagem e focaliza-se sobre o «como funciona quando funciona» em vez do habitual «porque é que não funciona».



Próximos cursos:
Curso Básico (16 horas)

Practitioner (140 horas - pós laboral) Leiria:

Fado Tropical - Chico Buarque "SEM PALAVRAS!

PNL António Vieira: O EFEITO DAS ÂNCORAS (PNL) MUSICAIS...EXCELENTE

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

SÓ PARA MORTAIS (15/15): «Antecipar o prazer do momento em que a tarefa será finalizada.»

Para Anne Marie Filliozat especialista em psicossomática, esta redescoberta da fluidez, da liberdade e, portanto, da saúde, passa por uma quantidade de pequenos atos super concretos, de que ela fala no seu livro “Aide-toi, ton corps t’ aidera”. Para que possamos permitir-nos expressar as nossas emoções reprimidas, ela sugere que falemos à pessoa que achamos que nos bloqueou na nossa infância (como se ela estivesse presente), ou de lhe escrever uma carta (que queimaremos a seguir), para lhe dizermos o que guardámos no nosso coração, em seguida tomar a decisão de mudar e começar a agir de modo diferente. É importante evitar usar afirmações tipo: eu tenho de, eu devo, ou, não valho nada. Ao contrário dizer em voz alta: «Eu vou acabar isto», «eu ficarei contente quando finalizar isto». Fazer um programa realista, numa agenda, por exemplo. E se a tarefa do dia não foi efetuada, anotar porquê: «o que é que me impediu hoje?» Conectar-se com a energia da realização, visualizando uma tarefa acabada com sucesso, eventualmente na infância ou adolescência. Antecipar o prazer do momento em que a tarefa será finalizada. Isto pode ser feito num estado de relaxação, com as imagens ancoradas (Âncoras na PNL) a sensações de confiança, de segurança e de força. E então, tudo pode acontecer.

PNL António Vieira 
COACHING/Formação  
Leiria / Fátima / Castelo Branco / Lisboa / Porto / Faro (individual/Casal ou Grupo)
contatos: 244 04 2010 / 91 788 70 86
ippnl.pt@gmail.com

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

SÓ PARA MORTAIS: (14/15) O nosso corpo sabe intrinsecamente que a ausência de movimento é a morte.



A situação ou tarefa inacabada, para Catherine, está em ligação direta com a sensação emocional. Segundo ela, as nossas estruturas mais arcaicas, o nosso famoso cérebro reptiliano, que ela própria chama o nosso crocodilo, sente muito bem as urgências a satisfazer entre todas as nossas situações inacabadas que, para ele, se traduzem em atentados contra as funções vitais: comer, beber, dormir em segurança, reproduzir-se, pertencer a um grupo, mexer-se livremente. O “crocodilo” da mulher anterior não alimentava nenhuma dúvida quanto à sua necessidade vital de abrir as suas asas, isto é de viver mais livre e desenvolver todo o seu potencial. O nosso corpo sabe intrinsecamente que a ausência de movimento é a morte. Então, ele informa-nos a intervalos regulares e à sua própria maneira: através de dores e mal-estares, sobre as zonas onde podemos ser ameaçados de paralisia. “Eu sufoco”, “não posso mais”, “sinto-me oprimido”, “sinto-me apertado”, “tenho os nervos em franja”, “sinto-me humilhado, tenho um nó na garganta ou as pernas cortadas, ou uma bola no estômago…Todas estas sensações são mensagens que assinalam uma tarefa ou uma situação que pede para ser realizada – que pode ser apenas de lembrar-se de respirar! O simples facto de reconhecer a mensagem já nos pode libertar. O nosso crocodilo vai abandonar a sua influência: a sua mensagem já passou, a dor desvanece-se. O problema é que esta esta informação, oriunda das camadas mais primitivas e vitais, pode entrar em conflito com outras informações vindas do córtex superior (neocórtex) que obrigam a pessoa a limitar as suas ações àquilo que que a sua memória já inventariou. «Respirar com liberdade, abrir as suas asas, sair dos caminhos conhecidos, libertar a sua criatividade, isso não se faz na minha família!» Inconscientemente, proíbo-me de realizar e completar a minha tarefa. As minhas estruturas superiores opõem-se aos impulsos vitais do meu crocodilo.

Infelizmente, esta não-vida pode tornar-se o meu terreno familiar, a minha zona de conforto e, por exemplo, posicionar-me eternamente no papel de vítima. Nalgumas pessoas, a própria ideia de sair desta situação desapareceu da sua imaginação, e é do coach ou do terapeuta a responsabilidade de lhes ensinar a ultrapassar a barra e a visualizar o inconcebível: respirar, escutar o seu desejo profundo, acabar a sua tarefa. Uma vez que se consegue isto, o resultado pode surgir de um modo espetacular e comovedor. Todos os traços da pessoa podem mudar: ela entreviu a perspetiva da sua própria libertação! Vem agora a segunda etapa: E o seu ambiente, a sua família etc., vão aceitar uma tal mudança? Desde uma primeira abordagem é evidente que não. Trata-se de estimular corajosamente a imaginação a ir um pouco mais longe: imaginar quais os benefícios que os outros teriam pelo facto de persistirmos no caminho novo. Algumas vezes o entorno, ele próprio, é demasiado rígido e então pode acontecer uma separação. Realizar as nossas tarefas mais importantes passa, às vezes, por um divórcio, uma mudança de trabalho, uma mudança de casa…Reencontrar a nossa liberdade, física, psíquica e espiritual tem um preço a pagar, mas é vital.»
(continua amanhã...)

PNL António Vieira 
COACHING/Formação  
Leiria / Fátima / Castelo Branco / Lisboa / Porto / Faro (individual/Casal ou Grupo)
contatos: 244 04 2010 / 91 788 70 86
ippnl.pt@gmail.com

domingo, 11 de agosto de 2013

SÓ PARA MORTAIS (13/15): «Finalmente, é o nosso corpo que conhece a solução!»

O que toca mais a Dra. Catherine Aimelet-Périssol autora do livro “Mon corps le sait” -, quando ela recebe numa sessão de psicoterapia homens ou mulheres em que a vida parece nunca ter permitido a realização de um grande desejo profundo, é o seu corpo. Esta sensação é muito física e de estreitamento, de aprisionamento e de asas cortadas ao nível das omoplatas. Um dia, uma cliente expressou-se assim: «As minhas asas nunca se desdobraram»… «E fazia um gesto circular agitando os cotovelos e os ombros. Então, convidei-a a levantar-se e pusemo-nos as duas, lado a lado, em frente da janela aberta, para experimentar o que acontecia ao abrir e movimentar bem os braços, em frente ao vazio para lá da janela e pensando em todas as gerações de mulheres da sua família que jamais tinham aberto as suas asas, para desabrochar os seus desejos nem os seus dons e talentos, condenadas ao destino desesperante de amas de casa entregues apenas aos seus tachos e outros afazeres domésticos. E foi incrivelmente comovente sentir esta mulher atravessada pelo desejo físico de sair do seu casulo.
(continua amanhã...)

PNL António Vieira 
COACHING/Formação  
Leiria / Fátima / Castelo Branco / Lisboa / Porto / Faro (individual/Casal ou Grupo)
contatos: 244 04 2010 / 91 788 70 86

sábado, 10 de agosto de 2013

SÓ PARA MORTAIS (12/15): «Não terminar aquilo que começámos, é pretender não envelhecer, parar o tempo.»

“Alguns sábios chineses dizem que para mudar verdadeiramente, é preciso enraizar as nossas intenções na terra”. Isto pode querer dizer muitas coisas: querer a mudança desde o seu mais profundo interior, manter a sua intenção com perseverança, esperar pacientemente a germinação e o amadurecimento, agir com pequenos passos – a qualidade do amadurecimento. As situações inacabadas são ao contrário caraterísticas da nossa ligação infantil à ilusão de uma eternidade imóvel. Não terminar aquilo que começámos, é pretender não envelhecer, parar o tempo. Por outro lado, acabar as nossas tarefas é assumir completamente os ciclos e desejar transmitir antes de morrer.
«Quanto a saber como fazer a triagem entre aquilo que tem que ser acabado e o que podemos deixar de lado, eu diria isto: é preciso respeitar o que sente, as suas sensações e as suas intuições. Mas também pode ser uma loucura investir demasiado tempo a confiar nas suas intuições!»
(continua amanhã...)

PNL António Vieira 
COACHING/Formação  
Leiria / Fátima / Castelo Branco / Lisboa / Porto / Faro (individual/Casal ou Grupo)
contatos: 244 04 2010 / 91 788 70 86

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

SÓ PARA MORTAIS (11/15): «Aquilo que mais me impulsionou à mudança, foi descobrir que criava a minha realidade interior, logo o meu universo, a minha vida.»

«Podemos começar por aceitar-nos tal como somos, com os nossos defeitos e situações inconclusas, e não transformar isso numa doença, isto é já um primeiro passo no sentido do bem-estar porque como todos sabemos é indispensável amar-se a si mesmo e isto implica deixar de julgar-se e condenar-se. No entanto, mudar é possível: um dia compreendi quanto o facto de impor a minha desordem aos homens na minha vida tinha sido grosseiro e mudei. Aquilo que mais me impulsionou à mudança, foi descobrir que criava a minha realidade interior, logo o meu universo, a minha vida. É preciso desenvencilhar-se de uma crença limitadora e absurda que afirma que os seres humanos têm medo da novidade. É falso. Na realidade, o novo e a curiosidade que o acompanha oferecem sempre uma alegria imensa a quem souber acolhê-las. Certamente, é preciso sentir-se confiante para dizer isto num relacionamento afetivo, amante e amado…
(continua amanhã...)

PNL António Vieira 
COACHING/Formação  
Leiria / Fátima / Castelo Branco / Lisboa / Porto / Faro (individual/Casal ou Grupo)
contatos: 244 04 2010 / 91 788 70 86

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

SÓ PARA MORTAIS (10/15): As situações inacabadas mostram-nos os nossos caminhos de libertação. Transformemos as nossas situações inacabadas num motor evolutivo!


Ao chegar a este estado, já é tempo de encontrar a boa notícia deste assunto: as tarefas ou situações inacabadas podem ser metamorfoseadas ou transmutadas em motores de mudança e de evolução. Segundo Danièle Faumenbaum, ginecóloga, acupunctora e autora dum livro Femme désirée, femme désirante, que se sente «ao mesmo tempo taoista e talmúdica», mostra aqui a sua análise de como e em que condições esta metamorfose pode acontecer.
«Tomemos primeiro consciência de que as nossas tarefas diárias quotidianas são, essencialmente, repetições. A cada um as suas. Para um, será a sua contabilidade que nunca está ao dia. Para outro, a desejada inscrição num ginásio continuamente adiada. Para outros, a casa eternamente desarrumada ou também a negligência no cuidado da saúde, a visita ao dentista, ao dermatologista ou ao oftalmologista continuamente adiadas, etc. Quando se tornam obsessivas, estas recorrências chamam-se simplesmente neuroses. As neuroses são muitas vezes “fidelidades”, ligações a uma personificação, a uma linhagem: eu sou desordenado como a minha mãe e a minha avó, etc. Isso pode assombrar-nos, perturbar-nos, culpabilizar-nos ou envergonhar-nos. Mas a perturbação, a culpabilidade ou a vergonha são cenários que nos impedem de ver a raiz do problema. Tenho vergonha das minhas tarefas inacabadas, no entanto, não mudo. Passando os limites, isto pode adoecer-me ou até matar-me. E seria verdadeiramente uma pena, porque na realidade, os nossos assuntos inacabados indicam-nos o caminho da revelação das nossas negações. São setas indicadoras que apontam em direção daquilo que é preciso concertar em nós para que nos sintamos melhor. E quais são as condições?
(continua amanhã...)

PNL António Vieira 
COACHING/Formação  
Leiria / Fátima / Castelo Branco / Lisboa / Porto / Faro (individual/Casal ou Grupo)
contatos: 244 04 2010 / 91 788 70 86

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

SÓ PARA MORTAIS (9/15): Tudo o que não foi visto, reconhecido e honrado, apodrece. E envenena a consciência e o corpo coletivo.

Segundo Huguette Guermonprez «A grande maioria das pessoas que trabalham por conta de outrem, é adaptável e sentem-se desejosos de partir para uma atividade nova. A dúvida instala-se quando eles se apercebem que o novo dirigente ou líder negligencia, ignora ou desqualifica aquilo que tinha começado o seu predecessor. O continuum é quebrado e a desmotivação instala-se acabando por se desejar o chefe seguinte. Podemos compreender muito bem que aquele que chega com um novo projeto quer entusiasmar toda a gente atrás dele. Mas algumas vezes, ele esquece-se de interrogar as suas equipas sobre as suas motivações (valores) e sobre o que segundo a opinião deles, pode ser razoavelmente alcançado ou não. Provavelmente bastaria falar para ajudar a fluir as coisas! Mas, parece que ainda vivemos na idade das hierarquias opacas. O resultado, é que secções ou organismos inteiros se instalam numa incompletude crónica, num marasmo doentio, numa atmosfera depressiva generalizada. Uma escritora e psicoterapeuta Christiane Singer (1943-2007) disse mais ou menos a mesma coisa, à sua própria maneira: «Há uma coisa que me tocou muito, estes últimos anos: a necessidade de homenagear aquilo que foi, sem julgamento de valor, o que quer que seja que tenha acontecido. Tudo o que não foi visto, reconhecido e honrado, apodrece. E envenena a consciência e o corpo coletivo. É fascinante. Eu vi algumas empresas serem destruídas por não saberem isto: em vez de agradecerem à equipa precedente, denegriram-na e mudaram tudo para recomeçar do zero. E rapidamente, sente-se a teia de uma maldição no ambiente e na estrutura de empresa. A evolução não pode continuar em frente sem reconhecer e honrar o que aconteceu antes. Às vezes basta uma palavra. Um instante de reconhecimento sincero, também para o antigo funcionário que vai ser reformado. “Obrigado, nós honramos o trabalho que realizou até agora; vamos efetuar mudanças respeitando o que fez antes de nós.” Se não o fizermos, a vida e o chão escapa-nos.
(continua amanhã...)
PNL António Vieira 
COACHING/Formação  
Leiria / Fátima / Castelo Branco / Lisboa / Porto / Faro (individual/Casal ou Grupo)
contatos: 244 04 2010 / 91 788 70 86